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PORTISHEAD |
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TIAMAT Faixas: |
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AGUA DA ANNIQUE |
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SIOUXSIE |
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HIM |
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EPICA |
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RETRATOS SUBTERRÃNEOS |
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THE FALL |
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TENEBRE |
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EBONY ARK |
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IN STRICT CONFIDENCE |
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COVENANT |
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FUNKERVOGT |
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MARILYN MANSON |
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LACUNA COIL |
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SIRENIA Nine Destinies And A Downfall Nuclear Blast – nac. Mais uma banda que chega à Nuclear Blast e muda sua sonoridade e vemos (e ouvimos, principalmente) o grupo decolar. Neste terceiro disco da banda de Morten Veland (ex-Tristania), o primeiro pelo selo alemão, e o melhor de sua atual banda até hoje. O disco que chega mais perto (mas ainda não supera) o que ele fez com o Tristania em Widows Weed e Beyond The Veil. Este Nine Destinies And A Downfall, temos a terceira vocalista, cada um diferente em três discos. Agora, é a vez de Monika Pedersen, da Dinamarca, sucedendo Fabienne Gondamin (França, cantou no primeiro disco, At The Sixes And Sevens, considerado o que poderia ter sido o terceiro disco do Tristania) e Henriette Bordvik (Noruega, cantou no segundo e mais fraco An Elixir For Existence). Seguindo o caminho de bandas como Nightwish, Evanescence e Lacuna Coil que suavizaram seu som para ter um pulo maior atingindo mais rápido o topo da cena “Gótica”, mas sem perder a sua identidade. Ao contrário do Tristania, o Sirenia conseguiu isso em Nine Destinies And A Downfall, que é um disco mais suave, mais clean, mas ainda pesado e Metal. Destaque para a imbatível Sundown, a mais Doom, mais pesada, mais tétrica, mais sombria, mais Dark e a melhor dos dois últimos discos da banda. Confira mais esta formação, essa mudança de direcionamento e mais um vocal diferente. ADL – 9,0 |
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TRISTANIA
Illumination Hellion – nac. Em suma, o Tristania já era. Desde a saída de Morten Veland após o fantástico Beyond The Veil, a banda não se achou mais. Os discos seguintes foram caindo de qualidade e cada vez mais do que você imagina ser o som do Tristania. O primeiro sem Morten, World Of Glass é bom, mas bem inferior aos dois primeiros, Widows Weed e Beyond The Veil. Ashes é fraco e Illumination é ruim. Ruim para o que se espera de um Tristania, uma das maiores bandas de Gothic Metal do estilo, e uma das pioneiras em Doom Gótico. Aliás, desde Ashes, o Doom passou longe daqui. Mercyside abre nos dando esperanças, mas totalmente Gothic Rock, na linha Tiamat atual, boa faixa. Sanguine Sky na seqüência, também segue essa linha, fazendo a gente sonhar com o Tristania ficar um pouco mais perto do que já foi. Mas daí e diante, começam temas lentos, sem ser Doom, temas metidos a gótico sem serem de fato, temas em nada a ver com o Dark. Além do mais, já é sabido de todos que Vibeke Stene, um dos ícones da banda, do estilo e de toda uma geração do Metal sombrio, saiu logo após o lançamento de Illumination. Como ficará a banda sem as suas duas vozes, responsáveis por todo o charme e gabarito da banda? Mais uma banda que já se tornou uma legenda literalmente, pois suas glórias vêm do passado. Isso não é hino de algum time de futebol? JCB – 7,0 |
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AFTER FOREVER After Forever Rock Brigade/Laser Company – nac. O que acontece com determinadas bandas? Só uma questão de mudar de gravadora que a banda deslancha? O AF saiu da Transmission meio que brigados e assinaram com a grande Nuclear Blast. Claro, numa gravadora maior, a divulgação será maior também. Mas sua música mudou. Está mais acessível sim, mas está melhor! Eu particularmente, nunca tinha sido muito fã da banda, sempre vi qualidades, mas nada que fosse muito grandioso, tanto que a banda era mais sucesso de crítica do que de público. Mas agora a banda volta com um disco certeiro que, ainda soando como o After Forever tradicional, trás músicas mais soltas, mais rápidas e mais bombásticas também. Discord abre num clima de suspensa ao melhor estilo A Bela e A Fera, com os vocais agressivos e guturais (poucos desta vez) de Sander Gommans e os líricos, menos extremos e mais limpos de Floor Jansen. Evoke segue numa linha mais Heavy Metal, atual direcionamento da banda que, aliás, sempre foi classificada por aqui como Gothic Metal erroneamente, pois de Goth eles nunca tiveram quase nada, a não ser vocais femininos, líricos, alguns coros e orquestras e algumas passagens mais sombrias. Mas como o povo os considera ainda como Gothic Metal, cá eles estão. Transitory lembra mais o estilão antigo da banda, e Energize Me mostra a banda numa nova sonoridade, mais leve e intensa ao mesmo tempo. Equally Destructive é pesadona, com Withering Time mais Epica (ops, épica – a música) ao velho estilo da banda. A segunda metade do CD é menos eletrizante, mas ainda tem bons momentos como Envision (calma e sutil), Who I Am (outra bem rápida e destoando de tudo que já fizeram até hoje, pois é bem caótica) e encerrando as lentas (deixaram as baladas para o final do CD, que bom!) Dreamflight e Empty Memories. Agora sim, de uma vez, de fato e de direito, o After Forever com o disco After Forever ruma ao topo da cena pesada e sombria com vocais femininos! ADL – 8,5 |
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POISON BLACK Lust Stained Despair Encore – nac. Os demais veículos especializados desceram a lenha no Poison Black, dizendo que a banda já não era lá muita coisa e que este Lust Stained Despair é ruim, dando notas abaixo de 5,00. Sinceramente achei isso um exagero. Realmente, esta banda, que era um projeto do vocalista do Sentenced, Ville Laihiala, estreou com um bom disco de Gothic Metal, Escapexstacy. Depois que o Sentenced sentenciou o seu fim (essa eu não ia deixar passar batido...), Ville adotou o Poison Black como sua banda de fato, e assumiu os vocais de vez (em Escapexstacy ele apenas tocava guitarra) e fez deste Lust Stained Despair o início de sua vida pós-Sentenced. Este CD fica longe do talento e do brilho de sua ex-banda e fica no mesmo patamar do debut. Nada demais realmente, e nenhuma faixa que vai ficar na sua cabeça depois de deixar de ouvir o CD (no caso do Sentenced, os discos inteiros grudavam em seus ouvidos), mas ainda assim, temos bons momentos, como Hollow Be My Name, Rush, Nail, Raivotar e Never Enough. Gothic Metallers de plantão, mais um bom nome para sua lista e mais um disco ao menos razoável. ADL – 7,0 |
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DELAIN |
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THERION Gothic Kabbalah Nuclear Blast – nac. O Therion sempre inova e sempre se supera a cada disco. Os seus fãs e a imprensa já esperam isso. Mesmo que seus discos novos não sejam os melhores de suas carreiras, ainda assim, todos reconhecem o seu poderio e o seu talento. Em Gothic Kabbalah eles tentam novamente e vem com um disco totalmente diferente de tudo o que a banda fez? E o que tem demais este Gothic Kabbalah? Nada! Justamente isso! A banda fez um CD simples e cru ao extremo, muito pouco para um Therion e se vê que isso foi proposital (ou a gravadora investiu menos dessa vez, pouco provável). Quando uma banda como o Therion lança um disco, todos esperam um show de sonoridade épica, sinfônica, orquestrada e melódica. Quando o Therion lança um disco com o nome de Gothic Kabbalah, ou seja, com a palavra gótica e o misticismo da Cabala, todos pensariam que seria um disco que bateria Vovin, por exemplo. Ledo engano. Posso estar sendo chato, mas tenho o dever de alertá-lo, caro leitor. Gothic Kabbalah é duplo e não tem nenhuma faixa que se destaque, que seja um novo clássico ou um novo hino para se executar ao vivo. Sua música é um Heavy Metal puro e simples. Bom, mas só isso, pouco em se tratando de Therion. Mats Leven fez mais uma vez um grande trabalho nos vocais e as guitarras dão um show. Se fosse outra banda lançando esse disco, levaria nota 9, mas sendo o Therion, fica difícil. Destaques para as faixas The Perrennial Sophia, Son Of The Staves Of Time, Close Up The Streams, que encerra o CD1 e no CD2, The Path To Arcady, Chain Of Minerva e Adulruna Rediviva encerrando tudo. Ouça e tire você mesmo as suas próprias conclusões. ADL – 8,0 |
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THE GATHERING Home Dynamo – nac. A banda começou com vocais masculinos fazendo Doom. Depois, com o advento de Anneke Van Giesbergen nas vozes, a banda caiu no Gothic Metal, indo devagar para o Gothic Rock, depois para o Heavy puro e simples, indo para o Progressive Rock e até chegando ao Ambient e Ethereal. Com Home, banda faz o caminho inverso de trás pra frente, voltando a fica mais Rock e mais pesada, ainda que longe de outrora. Fãs de todas estas fases podem gostar de faixas como In Between, Waking Hours, A Noise Severe, Your Troubles Are Over e The Quiet One. Esperamos que nos próximos, a banda continue a lógica da pirâmide e venha mais rápido, mais pesado, mais Rock, mais Metal e mais Gótico e mais Dark. ADL – 7,0 |
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VIRGIN BLACK |
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EISBRECHER Antikorper Rock Brigade/Laser Company – nac. Já é tradição na Alemanha, surgiram cenas e bandas eletrônicas de lá. Seja no Industrial Rock, ou Metal Industrial (Rammstein é o mais gigante exemplo), seja na EBM, Darkwave e afins. Este Antikorper é o segundo full lenght desta banda formada em 2002 na Alemanha, que debutou em 2004 com um disco homônimo. A sua música tem muito de Metal e de Dark, pois é pesada e sombria. A voz é tenebrosa, as guitarras são pesadas e fabris (Industriais) e a cozinha é eletrônica e a programação geral rola solta. Feito par dançar também, além de se apreciar, Antikorper é composto de 13 faixas em mais de 50 minutos de duração. A banda já devasta a terra dos Godos faz tempo, agora só falta a América do Sul, mas a invasão já começou! O CD ainda tem uma faixa multi-media com o clipe de Vergissmeinnicth. A banda é: Alexx (V), Noel Pix (G/programação), Felix (G), Miguel (B), Renee (D) e Maximator (D/programação). Destaques para Leider, Ohne Dich, Kein Mitleid e Vergissmeinnicth. ADL – 8,0 |