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Os paulistas do Darkness In Flamess disponibilizaram em seu myspace a versão da banda para
clássico do metal nacional, “Salém – A cidade das bruxas”, do Harppia. Os vocais desse tributo
ficaram a cargo de Jack Santiago, que gravou a musica original.
Jack deu um depoimento sobre a gravação:
“Fiquei muito contente por ter sido convidado pela turma do Darkness In Flames para cantar a
minha música neste agradável tributo. Senti muita energia e entusiasmo por parte do Rafael (G)
e do João Gobo (D) em nosso contato inicial. Achei muito bom o arranjo que fizeram, dando um ar
de modernidade a minha música. Gostei tanto deles que espero fazermos uma parceria para trabalhos
futuros .
METAL PRA SEMPRE!!!! ....e com Darkness In Flames ....em boas mãos.”.
Para ouvir essa e outras músicas da banda: www.myspace.com/darknessinflamesmusic
We Live To Share Our Metal Around The World
Rafael Orsi
Darkness In Flames
Tel: 55 11 6710-1428
www.darknessinflames.com
www.myspace.com/darknessinflamesmusic
www.darknessreport.blogspot.com
   
O Livro dos 5
“Enquanto caminhava entre as chamas do Inferno, deliciado com os prazeres do Gênio, que os Anjos tomam por tormento e loucura, recolhi alguns de seus Provérbios, pensando que, assim como os adágios de uma nação expressam seu caráter, os Provérbios do Inferno revelam a natureza da sabedoria Infernal melhor que qualquer descrição de edifícios e vestuário. Voltando para casa: no abismo dos cinco sentidos, onde uma encosta íngreme e sem relevos reprova o mundo atual, avistei um poderoso Demônio envolto em nuvens negras, pairando sobre as vertentes do penhasco: com chamas corrosivas, ele escreveu a seguinte sentença, captada agora pelas mentes dos homens e por eles lida na Terra: Como sabeis que cada Pássaro que fende os ares não é um imenso mundo de deleite, encerrado por vossos sentidos, os cinco?“ (William Blake – O Casamento entre o céu e o inferno).
Assim como possuímos cinco sentidos, Cinco são os ciclos necessários para a evolução humana e, cada um deve ser vivido completamente para que o individuo atinja suas metas e evolua. Cada um dos ciclos possui seu objetivo, mas podemos atingi-lo através de vários caminhos... Na vida, ou aprendemos por bem, ou somos expostos a provas duríssimas para que a lição seja recebida. A maioria das pessoas simplesmente deixa a vida passar, não possui ambição, não desejam a evolução e, passam o tempo todo sem nem ao menos compreenderem o primeiro ciclo. Em nossas letras, abordamos os ciclos assim como os tortuosos caminhos pelos quais devemos traçar nossos destinos. Para melhor compreendermos os ciclos, podemos estabelecer critérios de avaliação, para assim refletirmos sobre nossa existência...
Birth – O nascimento é o inicio, a geração de uma vida. O ato da construção do ser, o poder absoluto. O primeiro ciclo, de certa forma, é o único que não podemos controlar. Não escolhemos nascer e, tão pouco manipulamos a maneira como isso acontece. As primeiras perguntas que nos fazemos quando aprendemos a discernir sobre o mundo é: “Por que estou vivo?”... “Qual a minha missão?”.
Life – A Vida. Após nos adaptarmos ao ambiente em que vivemos, temos que aprender a sobreviver em um mundo cheio de regras já estabelecidas. As leis físicas universais do movimento regem qualquer objeto que se movimente em nosso mundo, é impossível escapar, cabe a nós nos adaptarmos, completando assim uma base para o próximo ciclo.
Ambition – A ambição manifesta-se no terceiro ciclo, hora de traçarmos o caminho para alcançarmos os objetivos. Agora, que conhecemos o mundo e suas regras, tudo fica mais fácil. “Nem sempre o melhor caminho a ser seguido é o mais curto, o melhor caminho é o que melhor se adapta ao seu exercito!”. [...] “Conheça seus inimigos, seus obstáculos e se prepare para eles.” (Sun Tzu – A Arte da Guerra).
Curse – A maldição, o inevitável... Esse ciclo se refere aos frutos colhidos, resultado do que plantamos. Nossas ações definem nossos bens, nossas conquistas e derrotas. “Se a vida revela demais aos olhos de incrédulos com desejos supérfluos, tenha certeza, ela não busca a excelência daquele homem, mas sim tenta mostrar que ele não é o centro” (Aivan Moura).
Key – A chave da vida está além do que podemos enxergar, sentir ou até mesmo imaginar. Sim, talvez a imaginação seja a forma mais fácil ou plausível de se entender o Quinto Ciclo. Talvez... O certo é que vivemos um dia após o outro. Tomamos decisões o tempo todo, muitas certas, outras erradas. A vida é inconstante, dual. Certo e errado são faces da mesma moeda, ou são simplesmente a mesma moeda? É correto pensar que conhecemos a verdade quando nem sabemos onde procurar?
O Nascimento das Chamas
O nome Darkness In Flames (Escuridão em Chamas) resume perfeitamente a temática lírica abordada pela banda. Tudo gira em torno da dualidade e, uma inspiração é o escritor inglês William Blake que soube como poucos desenvolver esse tema.
"Não há progresso sem Contrários. Atração e Repulsão, Razão e Energia, Amor e Ódio são necessários à existência Humana. Desses contrários emana o que o religioso denomina Bem e Mal. Bem é o passivo que obedece à Razão. Mal, o ativo emanando Energia. Bem é Céu. Mal, Inferno." (William Blake – O Casamento Entre o Céu e o Inferno).
"Os Poetas antigos animaram todos os objetos sensíveis com Deuses e entidades, nomeando-os e adornando-os com os atributos de bosques, rios, montanhas, lagos, cidades, nações e tudo quanto seus amplos e numerosos sentidos permitiam perceber. E estudaram, em particular, o caráter de cada cidade e país, identificando-os segundo sua deidade mental. Até que se estabeleceu um sistema, do qual alguns se favoreceram, e escravizaram o vulgo com o intento de concretizar ou abstrair as deidades mentais a partir de seus objetos. E assim começou o Sacerdócio: Pela escolha de formas de culto das narrativas poéticas. E proclamaram, por fim, que os Deuses assim haviam ordenado. Desse modo, os homens esqueceram que todas as deidades residem na verdade em seus próprios corações" (William Blake – O Casamento Entre o Céu e o Inferno). O Bem e o Mal dividem o mesmo coração. Esse é o tema que permeia nossas composições.
As Chamas Se Erguem
Darkness In Flames nasceu em 1996, na cidade de São Paulo, idealizada pelos amigos Pepe Brandão(guitarra), Victor Hugo(bateria), Rodolfo Saxon (vocal) e Rodrigo Paste (baixo), com grande influência de bandas de metal consagradas como Iron Maiden, Motorhead, Slayer, Saxon entre outros.
Em 1999, a banda começou a trabalhar com material próprio: os primeiros hits “Wise Destiny”, “A Dangerous Fate” e “Prophecy of Time” foram compostos nessa época. Começaram a se apresentar em alguns bares da cidade de São Paulo, tendo inclusive participado do festival Metal vs Fome, que contou com um público de 900 pessoas.
Os anos seguintes foram marcados por muitas mudanças na trajetória do grupo, especialmente em sua formação. No final de 2004, o guitarrista Leandro Sillva (ex Conspiracy) e o baterista João Gobo (Arum/Scars) se juntaram à banda, trazendo consigo novos ideais e um novo direcionamento. Em meio à essas mudanças, Aivan Moura (ex Invaders) assume a posição de front-man. Com essa nova formação gravaram em 2006, seu primeiro Ep, 'Dangerous Fate'.
"Dangerous Fate" contém quatro músicas e foi lançado oficialmente em 2007. Durante as gravações, o guitarrista Leandro Sillva decide deixar a banda por motivos pessoais, tendo somente finalizado as gravações.
Em maio de 2007, o EP é finalmente lançado e o guitarrista Rafael Orsi (Ex Invaders) se juntou à banda completando o time.
Em razão da ótima repercussão alcançada pelo Ep, principalmente no Leste Europeu e nos EUA, onde algumas músicas entraram na programação da rádio americana “Dementia Radio”, a banda têm buscado parcerias com produtoras e gravadoras, visando uma melhor divulgação de seu trabalho.
Em 2008, após as primeiras gravações para o novo CD, o baixista Rodrigo Paste deixa a banda sendo substituído por João Lucio (Ex-Discórdia/Ex-Diezel). Com essa formação o grupo realizou alguns shows em São Paulo, culminando com a abertura do show da banda alemã Grave Digger no Citibank Hall em agosto de 2008 onde também lançou o single “World Is A Lie”, que precede o debut “Rising The Black”, um álbum conceitual que apresenta o ponto de vista da banda sobre a existência humana, o pecado e a religião, ainda sem data prevista para lançamento. Concedeu entrevista no programa BackStage, na Kiss FM onde falaram sobre a experiência de abrir o show da banda Grave Digger, e sobre o lançamento do single.
No início de 2009 a banda gravou um tributo à banda Paulistana Harppia, com a musica Salem – A Cidade das Bruxas, com a participação de Jack Santiago, vocalista original do Harppia. Todos os arranjos foram modernizados, atualizando a versão original. Jack deu uma declaração sobre a gravação: “Fiquei muito contente por ter sido convidado pela turma do Darkness In Flames para cantar a minha música neste agradável tributo. Senti muita energia e entusiasmo por parte do Rafael Orsi(G) e do João Gobo (D) em nosso contato inicial. Achei muito bom o arranjo que fizeram, dando um ar de modernidade a minha música. Gostei tanto deles que espero fazermos uma parceria para trabalhos futuros. METAL PRA SEMPRE! ...e com Darkness In Flames ...em boas mãos.”
E as Chamas São:

Rafael Orsi - Aos 13 anos assistiu um clipe do Metallica ao vivo tocando Whiplash, a partir daí sua vida mudou, logo ganhou a primeira guitarra e em pouco tempo começou a estudar, teve sua primeira banda aos 17 anos, que realmente lhe trouxe muita experiência de palco, tocou em 2 edições do festival Sorocabandas na cidade de Sorocaba, para 5 mil pessoas, hoje é formado em Harmonia e Improviso, já deu aulas particulares de guitarra, e dedica todo tempo possível e impossível na banda.
Aivan Moura - Sua Grande paixão desde criança sempre foi o piano, mas com a criação de sua primeira banda veio o interesse pelo canto. Fez parte do coral da cidade de Baruerí, onde desenvolveu parte de sua técnica vocal. Participou das duas edições do festival Sorocabandas, na cidade de Sorocaba, com sua antiga banda Invaders. Em 2006 foi convidado a integrar o Darkness In Flames. Voltou a estudar canto no ano de 2007 na escola de música ALMA. E trabalha para tornar real o projeto Darkness in Flames.

João Lucio - Começou a tocar aos 14 anos, e descobriu a sua paixão, o Contrabaixo! Dedicou-se ao estudo da música, e tocou em uma série de bandas. A primeira banda aos 15 anos, aos 18 tocava em uma serie de bandas cover, tocando tanto na grande SP quanto interior e lugares fora de SP, como Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Hoje se dedica integralmente à música e seus projetos.

João Gobo - O interesse pela bateria surgiu por volta dos 11 anos de idade. Aos 15, ganhou seu primeiro instrumento e desde então não parou mais. É formado em música pela FAAM (Faculdade de Artes Alcântara Machado). Tocou em várias bandas e atualmente, além da Darkness In Flames toca nas bandas Scars, que lançou seu segundo disco Devilgod Alliance no final de 2008; Confraria Fusa (Blues) e Martins Jam Band (progressive rock). É também ex integrante da banda de Black Metal Arum que lançou, seu terceiro disco (último com João) Occult Cataclysm – The New era Rises além de ter sido banda de abertura para a banda grega Rotting Christ e ter feito uma turnê européia abrindo para a banda norueguesa Aeternus. Ministra aulas particulares em seu estúdio e também nas escolas Alma e NAEM.
Links
Site Oficial: www.darknessinflames.com
MySpace: www.myspace.com/darknessinflamesmusic
Blog: www.darknessreport.blogspot.com
Agradecimentos
Darkness in Flames gostaria de agradecer a todos aqueles que direta ou indiretamente nos ajudam ou ajudaram nessa jornada.
Aos nossos amigos: Maurício Leite e Mello Júnior (pelos conselhos), Maurício Pastori e o pessoal do Estudio 500, Carlão, Clóvis Vilela (O mago da mixagem), Paulo Baron (Toplink Music), Vitão Bonesso (BackStage), Benny (V.O.A. e RichLord), Pedro Carvalho, Cléssius Barca, Elinho de Jesus, Pepe Brandão, Vitor Hugo, Digão Paste, Fabrício PC Farias, Criss Rudd, Danilo Loli, Paula Aliste, Clarissa Barbosa, Ayane Silva, Bruna Postal, Claudia Giovani, Padre, Alex, Claudinho e Gordo (Arena Metal), Lau e André Skull. Pati Patah, Vlad Jones, Felipe Silva, Julie Campanholi e todos que integram o “Darkness Team” (We Live To Share Our Metal Around The World).
As Revistas: Cover Baixo, Cover Guitarra, Roadie Crew, Carlo Antico, Vertão e Luciano da Rock Forever (Revista e Programa de TV).
E as Bandas: Invaders, Rich Lord, Delenda Arcana, Scars, Arum, Hibria, Discordia, Diezel, Bystory, Expresso Valvulado, Harppia e Grave Digger.
Darkness In Flames é patrocinado pela loja Andrei Som.
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