BURNING BRAINS
The Band
Boa banda de Hard Rock, mostrando que nem tudo está perdido. Eles vêm de Belém do Pará, Estado na nação que gerou o primeiro disco brasileiro de Heavy Metal, que é o debut do grande Stress! A banda mostra nítidas influências de Judas Priest, AC/DC, Mottorhead, Dokken, Ratt, Keel, entre tantas outras. Esqueça aquele Hard farofa, de Arena ou Hair Band, o lance aqui é mais embaixo! Aqui temos cinco faixas em inglês (ainda bem) que são: Violence, My Life’s Sun (Electric Version), Burning Brains, Tell Me e a versão acústica de My Life’s Sun. A banda é: Antonio Augusto Jr. (vocal), Pablo Monteiro (baixo), Paulo Fernandes (guitarra) e Flávio Adriano (bateria). Confira mais este grande nome! RS

RÉUS ANJOS
Demons Super Cult Underground
No final da década de 90, surgiram várias formações a querer resgatar o Hard Rock de arena, festeiro, dos anos 80, lá no Rio Grande do Sul. E agora, estamos aqui a resenhar mais um Demo deste Réus Anjos, a maior formação do estilo em seu Estado e quiçá, no Brasil todo. A Banda foi formada em 97, com o propósito de tocar composições próprias em Português. Os Réus Anjos tem 3 demos (nem sempre foram CD-demos, pois nos longínquos anos 90 ainda se usavam as famosas fitas K-7 no Brasil – nostalgia...) a saber: Carros, Garotas, Diversão E Rock n' Roll, mais Luzes, Câmera, Sexo... e Demons Super Cult Undergound, que apesar do título, ainda trás faixas em português. Despojado, ousado, malicioso, despretensioso, verdadeiro, a banda faz te transportar aos anos 80, como se estivéssemos naquela década e este disco fosse da época. Datado? Nunca, eu diria um saudável revival cult. Formado por CJ (vocal, guitarra e percussão) e Luciano Detonator (baixo), mostram um Hard Rock ganchudo, de nível internacional, com boas composições, com influências de Van Halen, Dokken, Whitesnake, Mötley Crüe, The Cult, Pink Cream 69, entre outros. Não perca! RS

A SEASON IN HELL
Delirium II: Alchemy
A banda vem de Uberlândia, das Minas Gerais, e do contra da tradição de seu Estado, eles fazem Prog Metal, e não Death nem Black. A banda tem vários integrantes: William (Vocal), Thiago Oliveira (Guitarra), Rodrigo Nepomuceno (Guitarra), Tati Ribeiro (Bateria), Maycovytch Oliveira (Baixo), Fernando Mesquita (Teclado) e a convidada Daniela Alves (Vocal). Sim, apesar do nome, a banda é de Prog mesmo! Eles usam ainda o rótulo Experimental e realmente isso ocorre, sendo que mostra passagens caóticas, cada um tocando uma coisa diferente ao mesmo tempo (lugar comum no Jazz), e desarmonia nos vocais. Muita técnica, momentos puramente instrumentais, outros mais Metal mesmo, Jazz (descaradamente bem feito), Fusion (músico para músico), Pop (sim, tem momentos mais acessíveis), música brasileira (não precisava tanto...) e até algo de eletrônico, responsável pelos momentos mais dispensáveis de Delirium II: Alchemy. Estes malucos, verdadeiro cientistas do Progressivo fizeram um disco que pode virar cult daqui uns anos e mostra um futuro promissor e quiçá (ufa!) um contrato com as norte-americanas Magna Carta ou Inside Out Music! RS

STARLA
O Amanhecer Em Minas Gerais
Este é o seu primeiro EP chamado O Amanhecer Em Minas Gerais. A capa lembra um desenho feito com giz de cera, por conta de Joahanna Gaschler e a arte final com Tiana Duarte. A banda faz um bom Rock Nacional com letras em português (claro), fazendo uma música aliando melodia com peso, harmonia com distorção, visceralidade com emoção. Apesar da música acessível, o som deles não é comercial nem apelativo, mas pode render alguns frutos em uma era dominada por Emos. A banda é: Ricardo Longo (V/G), Ted Simões (G), Rafael Zumaeta (B) e Grilo (D). Destaques para Te Fizeram de Idiota Mais Uma Vez (parece que a gente nunca aprende), Chantagem Emocional (de novo, a gente sempre cai nessa, né Nessa?) e Alternativas. Simples, singelo, mas funcional. LT

HAVOK
The Ostentation Of The Eternal Chaos
A banda já chama a atenção pela bela capa e pelo nome diferente do título de sua demo. A banda faz um Brutal Death Metal, direto como faz o Hate Eternal, Vader, Krisiun e etc. Os donos desse barulho inominável são André Brutaller (V/G/B) e Felipe Wrecker (D).  Ao vivo, não sabemos como eles se viram, ou se chamam músicos contratados. Mas em estúdio, eles detonaram! Os petardos, hinos mortais de desolação e destruição, são a Intro e outros três opus, que são Cursed Intruders Souls, Proleferation Of Evil e The Worlds Perdition. Realmente, a resenha foi curta e grossa, assim como a música avassaladora do Havok! Só uma reclamação: cadê o álbum completo? Demorou! RC

BREAKNECK
Re-Edition
Vamos lá. Esta Re-Edition e uma reedição da Breakneck, lançada em junho do ano passado, em 2006. Com a adição de dois bônus, Hateful Destruction (rehearsal) e Pain (rehearsal), ou seja, mais duas faixas ensaios e com uma nova capa, bem mais legal e pútrida. As demais originais, continuam: Breakneck, Scream Of Death e Diary Of A Murderer. Um bom Thrash, bem trampado, a honrar e dignificar a cena brasileira com mais um bom nome. A demo foi produzida por Ricardo Confessori, único remanescente do Shaaman. Calma, Ricardo, para quem não sabe, antes de entrar para o Angra em meados dos anos 90, era baterista do Korzus, portanto, o cara não só bate, como também sabe fazer Thrash e produzir também. O Power trio formado por Biano (V/B), José Gonçalves Filho (G) e Leandro Ferreira (D) vai quebrar vários pescoços por aí de tanto banguing! RC (iniciais de Rogério Correa e não Ricardo Confessori)

SKULL AND BONES
Dresden
Mais uma boa banda de Heavy Metal surgindo. Muitas pessoas malharam a banda e esta demo em outros sites. Afinal, claro, com a democratização da tecnologia, lógico, todos podem se expressar e dizer coisas que não são verdades também. Sim, a banda ainda soa muito crua, assim como soavam crus os primeiros discos do Saxon, Iron Maiden, Def Leppard entre tantas bandas de Heavy Tradicional e da NWOBHM, principais fontes que a Skull And Bones bebeu. Com algo de US Metal e do Metal alemão, mas sem exageros melódicos nem do Power Metal atual, como convencionamos a denominar, a banda faz a sua parte. O nome do grupo é simples, manjado, mas reflete o que a banda quer fazer: trazer a simplicidade do bom Metal, deixando as Olimpíadas de quem toca mais escalas em mais segundos para os músicos de conservatório, onde ao adentrar neles, têm que deixar o feeling na entrada, junto com os guarda-chuvas e bolsas na chapelaria. O trio composto por Roger (G), Spartacus (V/G) e Marcel (B) fazem o que se propuseram a fazer e conseguiram! Destaques para Mean Woman, Evil God e Greensleaves. JCB

OVVERCROSS
First Strike
Boa banda advinda do interior de São Paulo, onde no final da década de 90 fi o berço do Metal Melódico brasileiro. Desta feita, o Ovvercross vem de Itaquaquecetuba (ou Itaquá para os mais íntimos), fazendo Speedy Metal, por vezes também beirando o Progressivo. A banda é bem diversificada e bem espontânea, com muita técnica, feeling e talento. Difícil rotular a banda e que bom que é assim! Mostra que criam uma personalidade própria. A demo consta com seis faixas, First Strike (instrumental), Dead Body Throw Into The Air, World With No Pit, Hard Speed And Loud, No Caminho Pro Mal,única em português e um cover do Iron Angel, Strong Than Steel, mostrando que eles têm uma forte pegada Thrash também! O quarteto é Bruno Cross Oliveira (V/G), Henrique Gregório (G), Paulo Rosko (B) e China Cross Lima (D). Parabéns! RS

AMENKHARIS
Uno Cerne
Mais uma grande banda da cena soturna nacional. Vinda de Mossoró, da quente Rio Grande do Norte, o Amenkharis produz música tão fria de deixar Iceberg com inveja! Nos vêem à cabeça de quase tudo dentro de música taciturna: Doom Metal, Dark e Gothic Metal. Apesar da banda ser apenas um trio, coisa rara em se tratando de bandas dos estilos citados, Gefferson Freire (V/G), Heli Herrera (G) e Val Fonseca (D) dão conta do recado! Cerne é a intro perfeita para Cold Bed, um Gothic Metal tipicamente finlandes, sendo Cover My Eyes resgatando o Dark dos anos 80 (ou Cold Wave), ficando Silence Of Dawn e Blind Again com toques mais Metal e mais Doom. Excelente banda, uma das mais frias, tétricas e inebriantes que já ouvi! ADL

EVIL EMPEROR
Butcher Of Souls
Banda detentora de um poderoso (e por que não dizer foderoso?) Death Black Metal impiedoso. Impiedosa é a capa de Butcher Of Souls, mostrando um demônio cortando o braço de um bebê, sangrando até a morte, onde um anjo tenta em vão impedir o libedinoso ato, sendo também molestado por outro ser trévico, sendo que alguns guardiões acompanham tudo omissos, sem nada a fazer. Eu imagino essa capa no tamanho da de vinil, como ficaria em plenos anos 80! Maravilhosamente brutal! Assim como brutal é a música do Imperador do Mal, cujo séqüito é formado por Paulo Fallavena (V), Bruno e Eduardo Fallavena (G), Rodrigo Linn (B) e André Rodrigues (D). As quatro faixas desta demo são Maldição, Vobiscum Obscurum, Devoured By Inner Bestiality e Butcher Of Souls. Sem precedentes e sem mais comentários, mais um grande nome da cena nacional extrema! RC

HAMMURABI
Submersos
Infelizmente, são duas faixas apenas, Submersos e USA Terrorista. Duas faixas, pois deveriam ser mais. Além de duas faixas ser muito pouco para uma melhor avalização, a banda mostra que é uma das futuras promessas do Death Metal brasileiro! A arte gráfica, deixa de ser um mero CD-demo para ser um promo, que impressionar e deve gerar alguma tenção principalmente se enviado e divulgado lá fora. Este tipo de apresentação é fundamental! Musicalmente, a produção também é acima da média para um CD-demo e estamos diantes de um Death Metal sem frescuras, direto, com alternância de velocidades (que é o que as bandas que disputam a Olimpíada de quem é mais veloz, deveriam se tocar, pois o podium está completo – medalha de ouro para o Krisiun, prata para o Vader e bronze para o Hate Eternal). O Hammurabi lembra a cena da Flórida, calcado no Death Metal Old School, as passagens mais lentas aqui são de matar! Esperamos mais músicas agora, pois o demo é de 2005! Wagner (G), Daniel (V/B) e Crislei (D). RC

MAMUTHE
All Chaos All Time...
Depois de lançar em 2006 a demo Shame, que contava com a faixa Shame, mais Misanthropy, agora em 2007 a banda lança o EP intitulado All Chaos All Time... com as faixas Lost, Insane War, Inquisition e com uma faixa interativa contendo dois bônus vídeos, sendo Shame ao vivo no Teatro do Usicultura e nosso primeiro Videoclipe Insane War e várias fotos e logos da banda. Ou seja, aqui temos um CD-demo com cara de promo! Bela iniciativa que merece aplausos e ser copiada, mas ser dado o devido crédito à esta banda, uma das força atuais do Thrash Metal nacional. O Power quarteto que gravou esse petardo (que conta com uma capa simples, mas direta e legal) foi Erik Nida (V), Erik (G), Rejão (B) e Rafael (D). RC

AMADUCIAS
Moral, Honour, Truth

Black Metal. Isso é que é petardo, do verdadeiro e real Black, sem frescuras e também sem exageros radicais! A banda galga pelo Pagan War Black Metal, pois são pagãos sim, e estão prontos para a guerra. Este artefato é fruto de um ensaio (que coisa mais crua do que isso?). Apesar dos Corpse Paints, a banda não lança mão de pseudônimos: Rodrigo (V/D), Evandro (G) e Alexandre (B) formam esta santa-trindade da blasfêmia! As faixas são em inglês, claro, com destaques para Respect (Respeito à quem nos respeita! Essa é a lei!) e Fields Of Blood. Black Metla e pronto! RC

BAPTISED IN ICE
Frozen Heart

Por questões óbvias, tanto climáticas como geográficas, o Brasil tem poucas bandas de Viking Metal em nossa cena. Mas fatores meteorológicos nem posição no globo terrestre são desculpas para tanto. Afinal, quem tem a alma sombria, ancestral e anciã, carrega o frio, a neve, o gelo e a noite que nunca termina no inverno dentro de si! A banda de Tatuí/SP já merece elogios por isso! Mas além desta bravura, sua música é matadora, tornado-a uma das melhores bandas do planeta dentro do estilo, sim senhor! Pena que são duas faixas apenas, talvez por motivos econômicos, pois criatividade esta banda sempre teve em abundancia, e cada vez mais! Across The Night explicita tudo o que foi falado sobre o espírito sombrio, e Frozen Heart é gélida, pesada e te faz levar para uma taberna cheia de bárbaros se alimentando e fazendo algazarra! O quinteto Luciano Scanhoela (V/G), Francisco Lemes (G), Humberto Masçal (B), Evandro Jarde (D) e Luís Trucco (K) urgem por um contrato com uma gravadora do exterior! RC

CERKELÉTRIKA
Insegurança

Rock Alternativo de Campinas/SP muito bom. O demo é simples, mais eficiente. São sete faixas em português, com destaques para Vou Esperar, A Fuga, Revolta e Insegurança. A banda é formada por Wallace Porto (V), Adriano Santos (G), Marcio Teodoro (B) e Cristiano Quinalia (D). Pouco a se comentar, mas muito a se ouvir! LT

DESTRUCTION OF BODIES
Destruction Of Bodies

Death Metal de Minas Gerais (to falando!), estilo tradicional, lembrando muito a cena da Flórida, com passagens lentas mortais alternadas com as mais rápidas, sem ser muito brutal e sem ser mais uma cópia do Krisiun (ufa!). São quatro faixas em inglês mais uma intro, que abre o demo, com destaques para Lost Forever e False World. O Power trio é formado por Ângelo Daniel (V/B), Edimilson Marcos (G) e Warley Ordone (D). O som da banda é direto e reto, e vale também por insistir em não deixar o verdadeiro Death Metal morrer, dando espaço para grooves, afinações graves, melodias e teclados excessivos ou brutalidade virtuosa! RC

HANGAR VIII
Promo

Boa banda de Pop Rock e Blues de Curitiba/PR. Na verdade, eles acabam soando como uma boa banda de Rock’n Roll. São 13 faixas em português de muito swingue e os toques de Blues dão muito feeling e alma ao negócio! Destaques para Vaga Lua, Lobo Da Estepe e Ta Legal. As letras são sublimes, o que também deixa de lado aquela baixaria que algumas bandas do estilo apresentam na parte lírica. Boa pedida para apreciadores do gênero. LT

HAVEN
Welcome

Não confunda com o inglês Raven da cena NWOBHM. A banda carioca faz sim, Heavy Metal tradicional, mas diferente do quase homônimo inglês. São quatro faixas em inglês, com destaques para Afterlife e a que dá nome à banda. É um Heavy simples sim, oitentista, mas com frescura, renovado, sem perder as raízes plantadas. O trio (que nem o Raven) é João Freitas (V/G), André Sigaud (G) e Felipe Vale (B – o baterista aqui é convidado, assim como o tecladista) não é aquele Athletic Rock dos ingleses citados, mas é bem energético! RS

LYRA
Through The Night

Segundo demo desta cantora, que iniciou sua trajetória fazendo Heavy Metal e neste Through The Night trás um som mais Ambient, New Age com grandes influências celtas (ainda mais nas letras). Through The Night dá de 10x0 em muito CDzinho do estilo vendido em casas esotéricas freqüentadas por pseudo-bruxas. São sete faixas, sendo as cinco primeiras em inglês (com tradução em português) e as duas últimas em português, Noite de Samain e Pela Noite (na Floresta) que é a versão em português da faixa título. Lyra é um projeto, não uma banda, sendo todos os instrumentos tocados por Marcelo Mancini (3,4,5 e 7) e Gustavo Toniolo (1,2 e 6). Viaje e ritualize com Through The Night! RS

MAMUTHE
Shame

A banda é pesada como sugere o nome da mesma. Um paquiderme de peso e porradaria! O Thash desta banda mineira de Coronel Fabriciano (como MG produz bandas extremas...) é pesadíssimo e remete aos principais nomes nacionais do estilo (a maioria do próprio Estado). Shame trás duas faixas apenas, afinal trate-se de um single (o encarte do demo é neste formato), mas muito boas por sinal, ambas em inglês: Misanthropy e Shame. A banda é fomada por Nida (V), Carlos e Erikson (G), Rejão (B – e trás um toque com muito groove e peso, sendo um dos diferenciais desta banda) e Rafael (D). Conheça! RC

OPERAÇÃO BOTECO
Glub Glub Hic

Mais um artefato da Bafo de Cana Records. A banda de Sertãozinho/SP (capital mundial do hóquei) é indicada para se ouvir com a cabeça cheia de cerveja apenas! Rock’n Roll etílico, com 11 faixas de português, com destaques (?) para Eu Ecredito No João Kleber, O Encosto, Ta Mole, Bar Doce Bar e por aí vai. O drink trio é: Silvinho Boteco (G/V), Estevan Boteco (B) e Cidão Boteco (D). Rockistério da Rock Underground alerta: a bebida é prejudicial às bandas independentes. Pois 90% do público Rocker em geral não tem R$10,00 para pagar um ingresso para assistir uma banda nacional, independente e com composições próprias, mas tem R$20,00 para gastar com goró no boteco em frente à casa onde estas mesmas bandas estão se apresentando! Por isso, não encaremos o Operação Boteco como uma apologia ao álcool, mas sim uma tiração de sarro apenas. LT

OS MALTRAPILHOS
...É Punk Rock!

A cena Punk de DF reage! No passado, começo dos anos 80, a cena da capital federal rivalizava com a de São Paulo. Passadas duas décadas, a cena tem uma reação, desta vez agora, tendo como um dos principais representantes Os Maltrapilhos. O som não tem muita novidade, é aquele Punk hey ho, let’s go, com três acordes e muitos riffs grudentos. São 14 faixas neste demo, com destaques para Isto É Brasil?, O Voto É Inútil (cada vez mais concordo com isso, pois não serve para nada hoje em dia!), Chega De Omissão (difícil, com o povo de m... que é a atual geração de pessoas viventes – ou moribundas – nesse país) e Punk Rock Nacional. Apesar dos protestos, a banda nunca deixa o bom humor de lado, tanto que a formação da banda atende, conforme eles descrevem: Marcio (microfone), Roberto (cordas finas), Rodrigo (cordas grossas) e Clebe (baquetas). LT

THROLL
Elemental Demos

Apesar da capa grotesca, a banda executa Heavy Metal e dos bons! Situada em BH/MG, mostrando que Minas não vive do de Thrash e Death, a banda faz um demo bem trampado, com quatro faixas em inglês, com destaques para as ótimas Funny Chãos e Obey And Night. O quarteto Rodrigo Silva (V), Mario Pace (G), Fred Stefani (B) e Jampa Silva (D) arregaça! Simples e direto, mas gostoso de se ouvir e de se ter torcicolo também! RS

TORMENTA
Tormenta

Thrash Metal visceral! Mais um pouco, poderia ser um full lenght! O interior de SP reage na cena Thrash, visto por esta banda de Ribeirão Preto! São sete faixas matadoras, o é encarte completo, com todas as letras, em português. Os riffs de Flávio Santana e Rogener Pavinski (também vocal, rasgado) vão causar uma tormenta em seu cérebro! A banda segue uma linha próxima da Bay Area com algo do Thrash alemão. Completam o time a cozinha formada por Fernando Muttley (B) e Rocardo Minutti (D). RS

BUZTUM
Dolorum
Cobrum
Buztum
Azkum

Já o Buztum, também lançado no Brasil via Ranha Di Verdi Records, vai mais além, e lança seus artefatos em fita mesmo! Mas recebemos todos condensados em um CD. Difícil comentar, pois os quatro demos são idênticos um ao outro, com pouca variação. Apenas Askum tem três faixas, os demais tem apenas duas, sendo que o nome das faixas é de todas as fitas demos é 1,2 e 3 no caso do Askum. Nem nome tem! Vai ser Underground assim não sei aonde! Se você curte este tipo de proposta, aí está a solução! RC

LABATUT
True 80s
Yeomanly

A banda teve seus dois CDr’s lançados no Brasil via Ranha Di Verdi Records. A banda faz Black Metal tosco, cru, ríspido e gélido. True 80s tem três faixas, enquanto Yeomanly tem sete. Encarte em xerox preto e branco e CDr mesmo! Sem destaques individuais, indicado para quem quer conhecer mais e mais ordas existentes por aí! RC


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