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CARTA ABERTA A RONNIE JAMES DIO É com grande pesar que escrevo essas palavras. Ronnie James Dio, um dos melhores vocalistas de Rock do mundo, morreu dia 16 de maio de 2010. |
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RAINBOW Live In Munich 1977 Por Leonardo Josué
Kill The King Como sempre, Rainbow iniciava seus Shows com Kill the King, embora a versão de estúdio não aparecesse no vinil até o álbum “Long Live Rock and Roll” – de 1978, a faixa tinha sido escrita em 76 nos ensaios para a primeira turnê européia. Trabalhando no Set-List eles decidiram por uma abertura “rápida e furiosa”, algo como o que Burn Tinha feito pelo Deep Purple de 73. Kill the King funcionou tão bem, que decidiram mantê-la também para os shows da turnê de 77. A Letra escrita por Dio, representa uma partida de Xadrez.
Em circunstancias normais, talvez cancelassem o show, mas a TV alemã ia filmar o evento para um programa já antigo chamado Rockpalast, e era importante manter o show., a banda de apoio “Kingfish” estendeu o show de abertura, e Blackmore finalmente chegou, o Rainbow estava no palco por volta da meia-noite. Ouçamos a primeira faixa deste memorável set list, com a ousada cena do clássico da sétima arte “Over the Rainbow” tema de “O mágico de Oz”. Mistread O set list de 77 era bem parecido com o anterior: a segunda musica era “Mistreated”, um grande sucesso gravado pelo Deep Purple em 73, para o álbum Burn. O Riff Básico parece ter sido feito por Blackmore alguns anos entes, pode ter sido feito enquanto Ian Gillian ainda estava na banda, e a letra foi introduzida por David Coverdele em 73, quando entrou no grupo, e a musica foi adicionada ao álbum. Ela difere um pouco do seu tempo no Purple das nas versões ao vivo do Rainbow, sendo que no Rainbow era mais mágica e menos bruta o que ainda faz fãs discutirem sobre qual é a melhor versão. Mais tarde, Coverdele também fez um cover da canção com o WhiteSnake. No ponte de vista de Blackmore, é uma musica que deve ser tocada delicadamente em contraste com seu encerramento pesado.
16th Century Greenslives 16th Century Greensleaves, gravada no primeiro disco. Dio foi vital para a evolução do Rainbow. Blackmore queria gravar uma versão de “Black Sheep of the Family”, uma canção de uma banda inglesa, então pediu Dio para escrever uma versão para que gravasse de forma solo, deu tão certo, que Blackmore considerou fazer um álbum inteiro com Ronnie. Aqui, Ritchie toca um estilo Neoclássico que ninguém sequer pensava na época, misturando seu amor pela musica renascentista e rock, embora o efeito tenha sido melhor na turnê de 76. A Introdução é a famosa Greensleaves e um trecho de um dos concertos de Ioran Sebastian Bach. Blackmore queria seguir um estilo jamais visto no rock, algo que remetesse diretamente a idade media o que não comportava ao Purple, era o mesmo interesse de Dio, que tocava algo bem mais leve de rock antes do Rainbow, mas sua carreira posterior sempre teve tendências à temática épica. Uma das maiores características desse estilo predominante é a canção Stargazer, cuja letra é um romance em estilo “Senhor dos anéis” que narra a historia de uma torre no deserto.
Catch the Rainbow Catch the Rainbow Foi uma Homenagem de Blackmore para Jimmy Hendrix, para muitos fãs era o ponto culminante do show, onde Blackmore alcançava o Maximo de sua improvisação. A canção que aparece no primeiro álbum ganhou tamanho e técnica. Long Live Rock and Roll Passando para “Man on the silver mountain”
Still I'm Sad Still I’m Sad sempre foi a canção preferida de Blackmore. As versões rainbow sempre tinham arranjos diferentes da versão original, gravada pelo Yardbirds. A banda apresentou a musica em seu álbum de estréia, mas foi deixada como instrumental. É uma faixa decepcionante, pois parece diminuir o talento original de Blackmore e seus acordes destruidores. A musica foi levada para o palco e sempre usada nos sets da faze Dio. Foi deixada de lado nas fazes de Bonnet e de Joe Lynn Turner e retornou aos sets em uma nova versão em 94, no Álbum Stranger in Us All.
Do You Close Your Eyes
É hora do bis. E desta vez o show se encerra com “Do You Close your Eyes”. O espetaculo termina com um dos gestos quase patentiados de Blackmore, ele destrói a propria guitarra. Conhecido por seu gênio difícil, causa a platéia uma constante expectativa nos últimos minutos dos concertos “Será que o Rainbow ainda volta?” Com Ritchie Blackmore, Nunca se sabe.
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Crônica da Semana> A alma que Deus e o Diabo queriam |
Heaven and Hell - 16 de maio de 2009 Por Rodrigo Paini Mesquita |
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