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SOLITUDE AETURNUS Formação: |
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NOVERMBERS DOOM The Novella Reservoir The End – imp. Mais um petardo desta grande banda de Doom! A cada disco, eles se superam! Este é o sétimo áudio que eles gravam e o mais rápido de todos! Mesmo nestas faixas rápidas, todos os elementos de Doom estão lá: vocais arrastados, urrados mas tétricos, guitarras, guitarras com rifferama insana, cozinha precisa, sem muita técnica, mas com afinações bem graves, sejam nas peles da bateria, seja no baixo, no talo. Assim prova as faixas Rain, Drown The Inland Mere e The Voice Of Failure! Tétricas, furiosas, com passagens lentas sim, alternados no meio da rapidaria, soando mais mortais ainda. Os backins vocals nos refrãos são limpos, e graves, quase dissonantes, ao melhor estilo europeu, com uma pitada de Dark, para deixar sua música mais sombria ainda! Nos momentos mais lentos e tradicionais, o peso é absurdo, a gravidade das notas que ecoam dos instrumentos também, como They Were Left To Die (os vocais sussurrados desta são assustadores, de arrepira!) e The Novella Reservoir. Dominate The Human Strain tem riffs que remetem ao Thrash/Black, num verdadeiro assalto sonoro, hipnóticos! Encerrando, Leaving This, suave como um prelúdio, densa e hipnótica como um mantra! O Novembers Doom talvez seja a banda mais regular que eu conheça, sempre fazendo álbuns excelentes, sempre melhorando e evoluindo, sem deixar de lado suas raízes! Álbum do ano, sem dúvida! JCB – 10 |
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CANDLEMASS King Of The GreyIslands Nuclear Blast – nac. Depois da saída do carismático, mas problemático Messiah Marcolin, um dos ícones de Doom Metal, todos pensaram que seria o fim do Candlemass. Ledo engano, já que a banda recrutou rapidamente em seu lugar Robert Lowe que, claro, não é Mr. Marcolin, nem em voz, nem em aparência, nem em carisma, mas tem história no estilo, pois canta no Solitude Aeturnus, uma das principais bandas do estilo. King Of The Grey Islands possui uma capa cadavérica, gelada e sombria e sombria, mas não tanto como Candlemass de 2005. King Of The Grey Islands é como se fosse uma continuação do álbum Candlemass, pois soa moderno e atual, menos calafriante, mas mais sombrio, mais lento e mais pesado, visto que Candlemass era quase puro Heavy Tradicional. King Of The Grey Islands é um grande disco, mas impossível citar destaques. Não há nenhuma faixa que vá ficar em sua cabeça depois de ouvi-lo, mas o disco todo! Como se fosse uma única faixa. Mas não são todas as músicas iguais não! Elas têm mudança de andamento, riffs e velocidade, mas não tão bruscas. Me arrisco a dizer que dos discos recentes da banda (da década de 90 inteira até hoje), é o que mais resgata as suas raízes! Ultra-recomendado! JCB – 8,5 |
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AMARNA SKY Rising Heresy Anubis Music – nac. Esta sim, podemos dizer que se trata de uma banda faraônica! Metal egípcio! Doom Metal lento, com levadas múmicas! E feito aqui no Brasil, com produção digna de primeiro mundo e composições idem! De todas as bandas que ouvi até hoje que retratem o Egito, dentro do Metal e do Dark, talvez seja essa a que retrate mais fielmente (claro, sendo uma banda de Rock em si, e não de música árabe nem de dança do ventre). Devastador que nem as areias do deserto do Saara, claustrofobiante como estar preso dentro de uma pirâmide, assustador quando uma múmia saindo de um sarcófago! Viaje com Rising Heresy lendo o livro O Egito Secreto de Paul Brunton. Ainda conta com participações especiais de Erol Unala (ex-Celtic Frost e Apollyon Sun (banda de Tom Grabriel Warrior, mentor do Hellhammer e Celtic Frost)) e Karl Sanders (Nile)! Aliás, esqueça a sonoridade do Nile, pois de Death e de Brutal não tem nada Rising Heresy. Deleite-se com este petardo! JCB – 9,0 |