Atualizado em 27/05/2010

DREAM EVIL
In The Night
Shinigami Records – nac.
A banda sueca que “furou” ao não tocar em 2008 no Brasil, lança mais um disco sólido em sua sólida discografia. Creio que depois do Hammerfall, a principal banda sueca de Power Metal seja o Dream Evil, que está crescendo muito a passos largos. O Dream Evil já é uma realidade. Que bom que apareceu a Shinigami Records para licenciar para o Brasil títulos da Century Media. Desde que a CMR Brasil fechou seu escritório, ficamos órfãos de excelentes bandas do selo e as mesmas perderam terreno no Brasil até para shows, fazendo apresentações para públicos bem mais modestos do que as bandas da Nuclear Blast, por exemplo. Immortal abre bem épica, algo até clichê dentro desse estilo e esta faixa lembra muito, mas muito mesmo o Hammherfall. In The Night é grudenta, e Electric é muito Judas Priest, lembra muito o Primal Fear. E os coros de guerra nos backings de Frostbite? E a garra e a energia de On The Wind? Power Metal na pura acepção da palavra! Contagiante, pra cima, poderosa, motherfucking! In The Fires Of The Sun chega a ser assustadora em seu começo sinistro, descambando para uma das faixas mais deliciosas e vibrantes do Heavy Metal atual, com riffs concisos, peso, melodia, tudo na medida certa. As guitarras dobradas em seu refrão são matadoras! RS – 7,0

Faixas:
01. Immortal
02. In The Night
03. Bang Your Head
04. See The Light
05. Electric
06. Frostbite
07. On The Wind
08. The Ballad
09. In The Fires Of The Sun
10. Mean Machine
11. Kill, Burn, Be Evil
12. The Unchosen One

HELLOWEEN
Unarmed - Best Of 25th Anniversary
Sony – nac.
Olha, terei que separar bem a parte profissional da parte fã aqui para fazer essa resenha. Sou fã do Helloween, embora eu não seja tão fã de Heavy Melódico. Gosto tanto da fase Kiske e Hansen como da fase Deris. Os quatro primeiros discos que Andi Deris gravou com a banda, Master Of The Rings de 95, The Time Of The Oath de 96, Better Than Raw (o que mais gosto, mas não que seja o melhor) de 98 e The Dark Ride de 2001, para mim são tão clássicos quantos os Keepers. O que veio depois de Rabbit Don’t Come Easy é pura porcaria, a banda perdeu a mão e a inspiração para fazer temas sacados. Ainda que o guitar Roland Grapow, e o batera Uli Kusch não sejam membros fundadores, quando saíram depois de The Dark Ride, a banda afundou. Bem, para comemorar 25 anos de banda, a mesma lança um disco e tem a honra de ser contratada por uma major novamente, a Sony. A experiência não deu sorte na primeira vez, quando a banda entrou para a EMI e lançou dois discos mais Pop e mais para agradar o mercado norte-americano, Chamaleon de 91 e Pink Bubbles Go Ape de 92. Agora novamente, o que poderia ser bom, foi ruim. Será que a Sony só vai lançar este disco? Ou vai investir na banda de fato daqui pra frente e este Unarmed - Best Of 25th Anniversary é apenas o começo? É de se notar um fenômeno que vem acontecendo de anos para cá, graças aos downloads. Como a venda de discos despencou nestes últimos anos, muitas bandas de Heavy Metal, hoje, tem vendas superiores a bandas de Pop, mesmo que o HM tenha sofrido no cenário com isso. Mas hoje, ficaram maiores que as de muitos outros estilos. É normal ver discos de Metal que hoje vendem modestas milhares de cópias, estarem entre os mais vendidos nas paradas da Billboard, devido a queda da venda de discos de outros estilos. Bom, estou enrolando para falar deste disco né? É porque ele é muito ruim! O Helloween fez uma coletânea de diversos clássicos e as regravou em formato acústico. Ok uma banda com 25 anos de carreira tem o direito de fazer o que quiser (aliás, todo artista tem), mas o resultado ficou esquisito demais. Talvez visse um DVD junto, como era feito no formato MTV Unplugged talvez ao assistir, ficasse até engraçado. Mas melhore nem dar idéia. Se você é fã die hard da banda, compre. Se é apenas fã, ouça e decida. A nota boa vai pela ousadia e pela iniciativa e ainda, pelos 25 anos de banda. JCB – 7,0

Faixas:
01. Dr. Stein (03:59)
02. Future World (04:13)
03. If I Could Fly (03:28)
04. Where The Rain Grows (05:09)
05. The Keeper’s Trilogy (Halloween, Keeper of The Seven Keys & King Of 1000 Years – Medley) (17:06)
06. Eagle Fly Free (03:50)
07. Perfect Gentleman (04:18)
08. Forever & One (04:25)
09. I Want Out (04:22)
10. Fallen To Pieces (03:28)
11. A Tale That Wasn’t Right (04:46)

METALIUM
Grounded - Chapter Eight
Dynamo – nac.
Grounded - Chapter Eight já é o oitavo álbum do Metalium. Sim, que os viu surgirem no final dos anos 90, no meio daquele boom do Metal Melódico no mundo todo, com uma avalanche de boas bandas vindas da Alemanha. A banda do chefão Lars Ratz (baixo), hoje conta com Michael Ehrè (bateria), Henning Basse (vocal) e Matthias Lange e Tolo Grimalt (guitarras). Várias feras como Chris Cafferty, Mike Terrana e Jack Frost já passaram pelo grupo (já detalhados na resenha de Incubus logo abaixo). Da forma mais clichê, mas ao mesmo tempo, mais honesta, a faixa Heavy Metal abre o disco. Não precisa dizer como a faixa soa. A mais rápida, pesada, bumbos, solos, vocais altos possíveis. A banda chegou num patamar que já tem público cativo e não está nem aí para inovações. É puro Metal teutônico sob a ótica de Mr. Ratz. Seguindo, Light Of Day, com riffs poderosos com a voz potente e alta de Basse. Pay The Fee é puro Speedy Metal, tendo umas cadenciadas no seu meio.  Slavery é um épico, em sue refrão coros de escravos (como sugere o título da faixa). É de se arrepiar! Uma balada no meio da porradaria, Borrowed Time, num show de dramaticidade de Henning Basse, que rouba a cena no disco todo quase. Se você é fã da banda, de Power Metal, Melodic Metal, Speedy Mela ou mesmo Metal alemão, não pode perder este oitavo capítulo. RS – 8,0

Faixas:
01. Heavy Metal
02. Light of Day
03. Pay the Fee
04. Slavery
05. Crossroad Overload
06. Falling Into Darkness
07. Are We Alone
08. Borrowed Time
09. Once Loyal
10. Lonely

SONATA ARCTICA
The Days Of Grays
Nuclear Blast – nac.
Os finlandeses do Sonata Arctica voltaram a fazer capas em cores frias e melancólicas em azul, cor predominante de seu país, pelo gelo e frio. O seu Metal Melódico foi modificando, e chegou a ser cogitado a ser a bola da vez em seu país, pela parada do Stratovarius. Mas a cada disco, a banda vem ficando mais leve. Aqui, tem músicas que nem Metal são! Sua música está mais... Progressiva... Sim, mais uma banda a adotar o estilo. Apostaram em uma sonoridade mais sombria, sinfônica, com mais destaque aos teclados e coros. Não espere mais aquele Power Speedy Metal Melódico. Everything Fades To Gray (Instrumental), abre e encerra essa viagem, e o disco. Seguindo, Deathaura, tem com uma introdução arrepiante, seguida de boas melodias, e com a participação da vocalista convidada Johanna Kurkela. The Last Amazing Grays fala (novamente) sobre lobos e é a mais Old School da banda. Flag In The Ground também segue a linha antiga, muita melodia, velocidade, solos de guitarra e teclado, embora a velocidade não seja no talo como antigamente. Breathing é a balada. The Dead Skin trás os melhores riffs do disco, e efeitos nos vocais de Tony Kakko. Juliet completa a saga de Caleb. Uma trilogia que terá infinitas partes, não só três, aliás, já passaram delas. Em No Dream Can Heal A Broken Heart Tony faz um dueto com Johanna Kurkela, e parece que a banda está soando mais para Kamelot, do que para Stratovarius. As If The World Wasn't Ending é outra lenta. The Truth is Out There (a verdade está lá fora) tem um ar misterioso e fala sobre as experiências de Tony Kakko com alienígenas. Everything Fades To Gray (Full Version) fecha o disco, que, não é o melhor do estilo nem o da banda, mas vai agradar seus fãs mais die hard. RS – 7,0

Faixas:
01. Everything Fades To Gray (instrumental)
02. Deathaura
03. The Last Amazing Grays
04. Flag In The Ground
05. Breathing
06. Zeroes
07. The Dead Skin
08. Juliet
09. No Dream Can Heal A Broken Heart
10. As If The World Wasn't Ending
11. The Truth Is Out There
12. Everything Fades To Gray (versão completa)

UDO
Dominator
AFM/Laser Company – nac.
Bom, há dois grupos. Aquele que acha que Udo é mais importante que Accept e que sua carreira é mais estável e importante que a banda que o projetou. E o outro que acha que o Accept está acima de tudo e que a carreira de Udo é irregular criativamente. Eu me encaixo no segundo grupo. Ok, Desde que Udo saiu do Accept pela primeira vez, sua carreira solo nunca parou. Dominator já é seu 17º trabalho, enquanto o Aceept encontra-se parado quase sempre (só ano passado eles anunciaram a volta com outro vocalista). Mas caro leitor, seja sincero: destes 17 discos solo de Udo, quantos são clássicos? Quantos são campeões de vendas? Quantos tem músicas que sejam clássicos do Heavy Metal à altura do Accept? A resposta para estas três perguntas é: nenhum. Udo se beneficia do Accept para sua carreira solo, isso sim. Os órfãos do Accept são os que compram os discos e vão aos shows, por não existir o Accept. Ok, os últimos discos de Udo têm sido legais, acima da média, mas nenhum é um primor. Muitos deles eu posso ter curtido muito quando saiu e ter dado notas altas, mas depois nunca mais sequer peguei no mesmo disco para ouvir de novo. Dentro desta “limitação”, Dominator é um dos melhores de sua carreira e dos mais recentes, o melhor. O estilo não mudou nada. As melhores músicas chegam distante dos clássicos do Accept e as demais músicas, não tão boas. O álbum abre com The Bogeyman, a melhor faixa do disco, mortífera! Bem estilo Accept, bem como a mais moderna, mas muito boa faixa-título. Udo quer passar um ar mais moderno nas suas capas, produção e até sonoridade. Stefan Kaufmann, seu fiel escudeiro e guitarrista, foi injustiçado, pois no Accept ele era baterista. Na reunião de 2005, ele não foi chamado. Foram chamados os guitarristas mesmo da banda e na bateria foi chamado Stefan Schwarzmann, que também já foi do Accept. Faixas diretamente responsáveis por Stefan Kaufmann, como Black And White e Infected, sim, são puro Accept nas guitarras teutônicas e a voz, claro, de Udo. De todos os discos de Udo, as melhores faixas são as que lembram sua ex-banda. E as faixas que passam batido são as que ele tenta inovar. Por que não deixa de fazer doce e continua no Accept? Enfim, curta Dominator, não é aquilo que gostaríamos, mas é o que tem. Ao menos, dos últimos, o melhor disco. JCB – 8,0

Faixas:
01. The Bogeyman
02. Dominator
03. Black And White
04. Infected
05. Heavy Metal Heaven
06. Doom Ride
07. Stillness Of Time
08. Devil's Rendezvous
09. Speed Demon
10. Whispers In The Dark

REVOLUTION RENAISSANCE
Age Of Aquarius
Dynamo – nac.
Bom, esqueça Timo Tolki no Stratovarius, isso é passado. Agora a sua realidade (bem menor) é o Revolution Renaissance. Agora com cara de banda mesmo, pois a banda debutou com vocalistas logicamente convidados Michael Kiske (ex-Helloween) e Tobias Sammet (Edguy e Avantasia), afinal, ninguém em sã consciência acreditaria que eles iriam ser vocalistas da banda, sair em turnê e etc. Depois o RR virou banda de verdade e com dois brasileiros na formação: Gus Monsanto (ex-Adagio) nos vocais e Bruno Agra na bateria e temos então Age Of Aquarius, mais maduro e com cara de banda de fato. Embora o debut eu tenha gostado mais, pois era mais Heavy Metal, enquanto este é mais acessível e comercial. O bom, a banda não lembra em nada o Stratovarius, Tolki seguiu seu próprio caminho. O som é algo melódico e mais melancólico que sua antiga banda, menos rápido e não tão neoclássico. Nem parece que foi Tolki que compôs o disco, pois há pouco de épico, bombástico, e grandioso, apenas em alguns momentos. Em outros a banda beira o Hard e até o AOR. De qualquer forma simpatizantes de Tolki e suas obras vai gostar, mas nitidamente, ele quis seguir um novo caminho para um novo público, que começa a crescer apenas agora. Tanto que sua ex-banda tocou ano passado para 2 mil pessoas no Citibank Hall e o RR, tocou para 200 no Blackmore. Mas começo é assim mesmo. A capa poderia ter tido outra concepção e ter sido algo legal. Destaques para Sins of My Beloved, Ghost of Fallen Grace e Into The Future. RS – 7,5

Faixas:
01. The Age of Aquarius
02. Sins of My Beloved
03. Ixion’s Wheel
04. Behind the Mask
05. Ghost of Fallen Grace
06. The Heart of All
07. So She Wears Black
08. Kyrie Eleison
09. Into the Future

METALIUM
Incubus - Chapter Seven
Dynamo – nac.
Cá estamos com mais um disco dos Metalium, já é o sétimo de estúdio. Seu baixista e líder Lars Ratz sempre se considerou um Steve Harris da Alemanha. Ou seja, um manda chuva, ambicioso, talentoso e diretrizes bem traçadas do que quer para sua banda. Talvez o Metalium não tenha atingido o estrelato como Lars almejava, mas só o fato da banda ainda existir, lançar discos regularmente a cada dois anos no máximo e ainda ter contrato com gravadora, já é uma grande vitória, ainda mais como a cena musical está hoje em dia. A banda mudou várias vezes de formação, começou em 98 com Terrana (bateria), Henning Basse (vocais),  Chris Cafferty e Matthias Lange (guitarras) e hoje conta com Michael Enre na bateria, Henning Basse nos vocais, Matthias Lange e Tolo Grimalt nas guitarras. A banda revelou o norte-americano Mike Terrana, que tocou com Roland Grapow, integrou por quase uma década o Rage e hoje está com Tarja Turunen. Passou ainda pela banda Jack Frost, que saiu para integrar o Savatage e depois que o mesmo acabou, Lars não o quis de volta, então Jack montou o Frost, sua banda. Incubus foi gravado no Tornado Studios e é um dos melhores discos de sua carreira. A faixa de abertura do Trust, é uma faixa marcial, com bateria em ritmo de marcha. Ressurection é mais melódica, na linha tradicional da banda, rápida, bumbos na velocidade da luz, velocidade e muita melodia mesmo. Gates trás baixo galopante, influência de Steve Harris no instrumento de Lars. Na faixa-título vários sons extraídos de exorcismo, com um diálogo do padre exorcista e o demônio (Incubus), com Henning fazendo os vocais sombrios. Um dos momentos mais densos e tensos do disco. Coros e riffs e baixo cavalgado dão a tônica At Armageddon, outro destaque imediato. Enfim, não é o melhor CD da banda, nem do ano, nem do estilo, mas mais um bom trabalho para seus ouvidos e para quem verdadeiramente tem bom gosto. RS – 8,0

Faixas:
01. Trust (Intro)
02. Resurrection
03. Gates
04. Incubus
05. Take Me Higher
06. Never Die
07. At Armageddon
08. Sanity
09. Meet Your Maker
10. Hellfire

JUDAS PRIEST
A Touch Of Evil Live
Sony Music – nac.
Mais um disco ao vivo do Judas Priest. O que a banda representa, dispensa comentários, e acho válido e positivo ter vários formatos para agraciar aos fãs. Até porque, toda turnê é diferente, sempre com músicas novas do disco em voga, vários clássicos anteriores e sempre músicas que ficavam escondidas com o tempo. Aqui, não é diferente, só que o disco é compacto, “apenas” 13 faixas, pouco para um álbum ao vivo de uma banda com mais de 30 anos de história, e muito curto para um set normal. No entanto, ainda bem que é um CD e não um DVD. Pois as “mexidas” em estúdio ficam encobertas em CD, mas escancaradas em DVD. Pois elas são inevitáveis. Primeiro, diz-se que o disco foi gravado por Martin Walker e Brian Thorene durante as turnês do Judas em 2005 e 2008 pelo mundo e ouvindo o disco, parece ter sido um show só, pois a equalização está igual. Ok, isso é necessário para não parecer disco pirata com oscilação de gravações entre uma faixa e outra, mas foi muito bem montado. Outra coisa, quem os viu ao vivo na volta de Rob Halford em 2005 e 2008, como eu, sabe que ao vivo, Rob não alcança mais estas notas. Além do que, a movimentação de palco do Judas, que sempre foi sua marca registrada e ainda mais do outrora “serelepe” Halford, foi pro saco faz tempo. Ok, os caras estão mais velhos, mas outras bandas contemporâneas de mesma faixa etária, como Iron Maiden, Saxon e Scorpions, só pra citar algumas, estas outras estão muito mais em forma! O disco é um resumo do resumo das duas ultimas turnês destes anos, dos dois últimos discos, Angel Of Retribution e Nostradamus. Ao menos, apesar da sintese do sintetico, acertaram na escolha das faixas! Pois, do Angel Of Retribution escolheram justamente as três melhores faixas deste disco! Judas Rising, Hellrider e Deal With The Devil! Matadoras! Eles descartaram músicas novas lentas e morosas, das mais recentes, pegaram as mais porradas! Estas faixas deveriam ficar em seu set list para sempre. Ok sei que os clássicos antigos são mais importantes... Do mesmo disco, ainda temos encerrando a boa Worth Fighting For. Do Nostradamus, a clássica Prophecy e a arrastada, mas lega, quase Doom Metal, Death. O resto são clássicos que você vê abaixo e a exceção de Painkiller, sempre presente em todos os sets desde que o disco homônimo saiu em 1990, são músicas que normalmente ficam de fora! Curiosidade, o disco ao vivo aqui se chama A Touch Of Evil Live, e é estranho, pois esta faixa é do citado Painkiller de 1990. Mas como uma faixa de um disco de 20 anos atrás pode batizar um disco ao vivo lançado agora? Bem, do Painkiller temos Painkiller, A Touch Of Evil e Between The Hammer & The Anvil, excelente! As demais quatro faixas, são de discos espalhados, Riding On The Wind (Screaming For Vengeance), Eat Me Alive (Defenders Of The Faith), Dissident Aggressor (Sin After Sin) e Beyond The Realms Of Death (Stained Class). Ou seja, faixas antigas obscuras e faixas novas! Me agrada este tipo de iniciativa, mas teria ficado melhor e mais conceitual, se tivessem feito que nem o Iron Maiden com os A Real Live One e A Real Dead One, ou seja, um disco só com faixas recentes e outro só com faixas antigas. Mesmo assim, o set foi bem escolhido! Confira! JCB – 8,5

Faixas:
01. Judas Rising
02. Hellrider
03. Between The Hammer & The Anvil
04. Riding On The Wind
05. Death
06. Beyond The Realms Of Death
07. Dissident Aggressor
08. A Touch Of Evil
09. Eat Me Alive
10. Prophecy
11. Painkiller
12. Deal With The Devil
13. Worth Fighting For


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