AGENDA DE OUTUBRO
Quarta-feira
01/10 - Apresentação alunos de canto da escola Intermezzo (20h)
Quintas-feiras
02/10 - Apresentação alunos de canto da escola Intermezzo (20h)
09/10 - Festa das Bandas Baque e Elemento 7 (22h)
16/10 - Lunacya, Burn Down, Project 46 e Command6 (22h)
23/10 - The Dreams, Andragonia (22h)
30/10 – tbm (22h)
Sextas-feiras (22h)
03/10 - Hand Of Doom (Black Sabbath Tribute Band) e Mötley Screw (Mötley
Crüe Cover); DJ Prozac
10/10 - Eletric Eye (Judas Priest Cover) e Gypsy Road (Cinderella Cover)
17/10 - Forever Wild (Skid Row Cover) e Ozzmosis (Ozzy Osbourne Tribute
Band); DJ Prozac
24/10 - Talibäns (Black Label Society Cover) e Dynasty (Kiss Cover); DJ Wacko
31/10 – New Jersey (Bon Jovi Cover) , Dio cover (we rock)
Sábados (22h)
04/10 - Balance (Van Halen Cover) e Slip Of The Tongue (Whitesnake Cover);
DJ Prozac
11/10 - Scenes From A Dream (Dream Theater Cover); DJ Prozac
18/10 - Festa de lançamento do novo CD do AC/DC.Sorteio de CDs e DVDs;
show da banda Dirty Deeds (AC/DC Cover); DJ Prozac
25/10 - Led Zeppelin Cover e Deep Purple Cover abert Coice c/Giovanne e
Berne do Thuata ; DJ Prozac
Domingos (a partir das 18h)
05/10 - Manifesto Rock Fest
12/10 – Não abriremos
19/10 - Manifesto Rock Fest
26/10 - FBI
PROMOÇÕES:
Entrada sextas e sábados R$ 10. Homens após 00h R$ 12,00
Sextas e sábados Mulheres Vip até 23h / Cerveja Lata R$ 1,90 até 23h
Quintas e Domingos cerveja em lata Itaipava a R$1,90 a noite toda.
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Grave Digger e Paul Di'Anno visitam o Manifesto
Integrantes da banda alemã Grave Digger e o vocalista Paul Di'Anno estiveram na noite/madrugada de ontem, domingo (3 de agosto), no Manifesto Bar. Manni Schmidt (guitarra), Jens Becker (baixo), Stefan Arnold (bateria), Hans Peter "H.P." Katzenburg (teclado) e Thilo Herrmann (guitarra) fizeram uma apresentação de duas horas no Citibank Hall (antigo Palace) na noite de sábado e foram direto para o Manifesto, onde atacaram as caipirinhas de cachaça.
Di'Anno, que inclusive já se apresentou duas vezes no Manifesto ao lado da banda Sexta 13, em 2001 e 2005, é um habitué da casa e ficou no Jack Daniels. O guitarrista Manni Schmidt fez questão de tirar uma foto ao lado do ex-vocalista do Iron Maiden, que atualmente está tocando covers de Classic Rock/Metal ao lado dos músicos brasileiros Canisso (baixo, ex-Raimundos), Marcão (guitarra) e Jean Dolabella (bateria, Sepultura) no Rockfellas. O grupo fará uma turnê pelo Brasil entre 9 de agosto e 27 de setembro. Di'Anno também comentou que pretende tocar ainda esse ano no Manifesto.
É o Manifesto Bar honrando sua tradição de ser parada obrigatória dos músicos estrangeiros que tocam no Brasil!
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JOEY BELLADONNA – Mafifesto Bar/SP – 24/07/2008.
Texto: Júlio César Bocáter. Fotos: Flávio da Silva Santiago.
Pela primeira vez no Brasil, o vocalista da fase clássica do Anthrax se apresentaria por aqui. Muitos falam que ele era da formação original, o que não é verdade. O primeiro vocalista do Anthrax a gravar um disco com a banda foi Neil Turbin. De qualquer forma, foi uma noite histórica, fria em São Paulo, com uma garoa muito fina, dentro do mês e meio de estiagem que a cidade passou. Quem abriu a festa foi o Threat, vencedor do Metal Battle no Brasil e que estará tocando no Wacken Open Air deste ano por isso. Este seria o último show da banda antes do show histórico. A banda contou com pouco público, mas a mesma fez um show correto e deve ter apavorado os alemães com seus riffs ganchudos, som moderno e pesado. Logo após seu término, com pouco tempo, a banda de Belladonna entra no palco. De uma hora para outro, o Manifesto fica abarrotado! Joey abre o set com três músicas de sua carreira solo, dos quais as duas primeiras foram legais, lembrando algo de Anthrax e a terceira, bem mediana. Não conheço nada de sua carreira solo e não conhecia estas músicas. Mas na boa, o que todos esperavam eram os clássicos do Anthrax. Acabando a terceira música, Joey começa a falar com a platéia, pedindo desculpas por não ter vindo antes, que sabia que aqui tinha muitos fãs seus, que queria ter tocado aqui antes, que adora o Brasil e etc, terminando com a frase “before later than never”! Ali começaria o assalto Thrash Metal. A primeira seria anunciada direto na guitarra, com os riffs de Madhouse. Para delírio de todos e deste que voz escreve. Madhouse foi a primeira música do Anthrax que ouvi e um dos primeiros videoclipes que assisti na minha vida. Como assisti o show de cima, a cena que vi do público lá embaixo, foi dantesca, quase igual aos doentes mentais do clipe. Na seqüência... Medusa! Ali começaria uma verdadeira invasão ao palco, com um monte de gente pulando, mais para querer aparecer para seus amigos tirarem fotos e depois colocarem no Orkut, do que por curtir mesmo o momento. Viriam ainda Antisocial cover que o Anthrax gravou e sempre tocou da banda francesa Trust (banda que revelou Nicko McBrian para o Iron Maiden e que recebeu, em troca, o ex-Iron Maiden Clive Burr). Ali, abriram-se duasrodas de pogo e banguing, com todos se debatendo. Nunca pensei em ver isso no Manifesto. Entre uma música e outra, Belladonna falava muito, geralmente contando a história da próxima música que tocaria, ou falando passagens interessantes de sua carreira, ou falando pura besteira mesmo. Indians chegou a emocionar muitos com sua batida tribal, xamânica, só faltando o tradicional cocar que ele usava nesta música nos tempos áureos do Anthrax. Falando em índio, a cara de índio velho que Belladonna está é digna daqueles desenhos do pica-pau no velho oeste. Falando ainda da parte física, Belladonna está muuuuuuuuito melhor do que o que vimos no DVD Alive 2 de 2005, na turnê de reunião do Anthrax. No DVD vimos um Belladonna parado no palco, acima do peso e ofegante. No Manifesto, vimos um Belladonna em forma, magro, sem parar um instante e cantando muito. Inclusive, nos agudos, ele detonou! Não entendo porque ele não estava assim na turnê de reunião com sua ex-banda, já que isso faria aumentar seu cachê e poderia prorrogar a tour. Mas quando um grupo de pessoas não se dá bem, não adianta. Voltando, ouvimos ainda Time, também para botar fogo no bar, cantada em uníssono e quando eu cantava o refrão, Belladonna olha para mim e mostra “o dedo” médio, e depois sai rachando o bico. Aliás, apresentação em pubs e bares faz com que isso ocorra: o músico ficar cara a cara com o público, e Joey encarou todos, tirou barato, dava cerveja, fazia piada. Esbanjou carisma! Outra cantada por todos e esperada foi NFL, outro clássico. E foram outras, como Caught In A Mosh e a surpresa foi a cover do Black Sabbath para Heaven And Hell, com Belladonna cantando-a a altura de Dio, nos dois sentidos: seja no alcance vocal (ele está cantando muito mesmo) e seja imitando o Dio, nos trejeitos e se abaixando ficando bem baixinho. Enfim, tivemos uma noite histórica, para lavar a alma dos fãs de Thrash Metal, de sua ex-banda e de sua fase nela. Será que haverá outras reuniões no futuro? Se houver, que passem no Brasil, pois quando ocorreu em 2005/2006, o dólar ainda estava alto e não havia condições para tantos shows como temos neste ano.
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TONY MARTIN & JOE LYNN TURNER – Mafifesto Bar/SP – 28/06/2008.
Texto: Júlio César Bocáter. Fotos: Márcio Rodrigo Silva Pereira.

Uma noite para não se esquecer jamais. Intitulada de Classic Rock Night, o evento reuniu dois dos maiores vocalistas da história do Rock, Hard e Heavy: Joe Lynn Turner e Tony Martin. O evento foi realizado no Manifesto, um dos lugares mais tradicionais de São Paulo e o lugar perfeito para realização de shows deste nível específico. O lugar tem uma apresentação decente, limpeza, presteza de todos os funcionários, desde o balcão, bar, caixa e até por parte do proprietário, o Silvano. Os banheiros são mais limpos do que de Shopping! Chega de tratarem roqueiros em geral como porcos. Rock é coisa de nível, gente de nível. Que as outras casas sigam o exemplo. Parabéns para o Manifesto! Foi a primeira vez que nós cobrimos um evento lá e que seja o primeiro de muitos ainda por vir! Afinal em julho, tem Joey Belladona, ex-vocalista do Anthrax! E a casa e o ambiente foi mais do que propício para dois artistas que são cultuados por uma elite, não só financeira, mas cultural e musical, afinal, só quem entende de música sabe apreciar boa música. A maioria, que só sabe escutar Iron Maiden e Ozzy, lotam estádios. Claro, ambos são maravilhosos, e Ozzy bem mais em carreira solo (que é quase perfeita) do que no Black Sabbath. Quem ainda aí agüenta ouvir Paranoid, Iron Man e War Pigs? Fala sério! Portanto, gente de nível esteve nesta fria noite do inverno paulistano para ver estas duas lendas. Antes de começar o show, um dos produtores da turnê anunciou os problemas ocorridos um dia antes em Curitiba, onde era para a dupla ter tocado, mas por problemas diversos, não ocorreu. Ainda bem que em São Paulo estivemos em boas mãos! Passado isso, surge no palco a banda de apoio (que serviu de base para os dois shows, de Tony e Joe) formada por Davis Ramay e Lucas Souza (guitarra), Diego Padilha (baixo) e Riq Ferris (backing vocal). Completando, Tony trouxe a tiracolo um baterista, Tom Lee e o veterano e clássico Geoff Nichols, seu parceiro nos tempos de Black Sabbath. Tony Martin sobe ao palco de óculos escuros, e com um cabelo ousado, bem curto, passado a máquina, e todo grisalho com desenhos em preto em seu cabelo. Ficou legal! De cara, abrem o set com Lawmaker, causando arrepio a todos! Esta música não era executada desde a turnê de TYR, disco do qual faz parte, em 1990! Sem descanso, segue Devil And Daughter do fantástico Headless Cross, cabendo ressaltar que a banda estava redonda. Bem ensaiada, músicas de alto nível e era maravilhoso ver Geoff Nichols mandar ver nos teclados e fazer os backings vocals. Depois dessa música, Tony tira os óculos e fala com o público, dizendo que o set teria muitas músicas da sua fase no Black Sabbath. E anuncia The Shining, para delírio de todos! Esta música era música de trabalho do Eternal Idol, um disco que passou batido, mas marcava a estréia de Tony Martin no Black Sabbath e é um grande álbum. Ouvir o comecinho da guitarra dessa faixa, entrando aos poucos depois baixo, teclado e bateria, seguida de seus riffs matadores e com um refrão emocionante. Outra pausa e Tony já estava com a platéia ganha, que entoava em uníssono todas as suas faixas. Tony começava a brincar com o público, elogiar a banda metade brasileira e foi aplaudido até na hora que tirou a sua jaqueta de couro. Sabe time de futebol quando está jogando bem, em que a torcida aplaude até cobrança de lateral? Era isso o que acontecia. Anuncia um disco que marcou a vida de muita gente, Cross Purposes, do qual viriam as duas próximas músicas. A primeira, a semi-balada The Hand That Rocks The Cradle que arrancou lágrimas de dezenas de pessoas presentes, inclusive este que voz escreve. Afinal, eu nunca pensei que veria alguma vez Tony Martin no Brasil novamente. A última apresentação havia sido em 1994 com o Black Sabbath no Monsters Of Rock, onde a maioria do povo presente, que só queria ver o Kiss e a banda fez um set curto e com muita indiferença do público. E além de vermos Tony e sua voz no Brasil novamente, o melhor: tocando só músicas suas, tocando só músicas do Black Sabbath de sua fase. Realize se ele retornasse à banda de Tony Iommi e viesse tocar aqui. Eles iriam tocar 3 ou 4 músicas de sua fase e o resto do set, tocariam algumas faixas maravilhosas da fase com Dio e aquelas mesmas de sempre da fase com Ozzy. Desta vez, foi uma hora e meia só de Tony Martin! Na seqüência, ele anuncia I Witness, uma das faixas mais pesadas, agressivas e rápidas da história do Black Sabbath. Para terminar com o resto de fôlego e emoção dos ali presentes. Após I Witness, Tony anuncia que ele canta em outra banda, o Empire, de propriedade do guitarrista Rolf Munkes, e que tocaria músicas desta banda do seu último disco com sua voz, The Raven Ride de 2006. A primeira faixa seria a faixa-título, seguida de Breathe, ambas pesadas, agressivas, densas e caóticas, ainda que com um toque de Hard e Prog. Depois, Tony Martin anuncia que tocaria músicas do seu disco solo, Scream. A primeira era Raising Hell, faixa de abertura deste disco, que tem uma levada bem Deep Purple. Como havia alguns problemas durante o set, e quem era “a roadie” Silvia, Tony Martin até a elogiou. E claro, não parava de elogiar a banda brasileira e o público brasileiro também. Depois, emenda com a faixa-título de seu Scream, do qual tem um bonito violino tocado por ele mesmo, do qual ele fez questão de tocá-lo ao vivo, num dos momentos mais marcantes de tantos shows que já assisti neste ano. A banda sai do palco para o famoso encore. E aí vem a introdução tétrica The Gates Of Hell, que antecede a faixa Headless Cross, do disco Headless Cross, para mim, um dos cinco melhores discos do Heavy Metal. Ao começar a faixa Headless Cross em si, nem é necessário dizer que o Manifesto quase veio abaixo! Sem palavras para descrever qualquer coisa. Depois, e encerrando, a linda When Death Calls, faixa também do Headless Cross, que tem seu começo estendido ao vivo, com belas notas de baixo, com os teclados sombrios de fundo. Fim da apresentação, e eu, como fã, fiquei em estado de choque, não conseguia falar, pensar, me mover nada. Outros tantos ficaram assim, outros chorando, e todos alegres, de terem feito justiça ao ver um grande vocalista, com uma voz e músicas marcantes, executadas na nossa frente. Não vou ser chato em dizer que faltou Eternal Idol, Valhalla, Anno Mundi, Jerusalem, Evil Eye e uma ao menos que fosse do Forbidden, injustiçado pelos próprios fãs de Tony. Isso sem contar outras bandas em que ele participou além do Black Sabbath e do Empire, como The Cage, Forcefield, Giuntini, Rondinelli, Misha Calvin, M3, etc. Enfim, era hora de tomar fôlego, pois outra porrada estaria por vir. E que porrada! Entra em cena Mr. Joe Lynn Turner, magro e em forma, diferente de sua vinda em 2001 no Voices of Classic Rock festival ao lado de Glenn Hughes, Jamison (do Survivor), Fergie Frederiksen (do Toto), entre outros. Naquele show, ele estava bem acima do peso. Agora, apenas uma pequena barriga, assim como Tony Martin. Quem imaginou um dia ver o Tony Martin, que sempre foi magérrimo, com barriga, ainda que pequena? Turner abriu seu set com Death Alley Driver, do segundo disco do Rainbow, Straight Between The Eyes. Depois, um clássico da Classic Rock, I Surrender, emocionou a todos, do Difficult To Cure. A primeira de sua carreira solo, Power Of Love, faixa de trabalho de seu penúltimo disco solo, The Usual Suspects, que saiu no Brasil pela finada Big Rock. Stone Cold, meia baladinha do Deep Purple, cantada em uníssono, também do Straight Between The Eyes. Depois, uma raridade: Losing You, do seu primeiro disco solo, Rescue You, cantada apenas por seus fãs die hard. Depois, Can’t Let You Go, melodiosa, de seu último disco com o Rainbow, Bent Out Of Shape. Uma novidade bem festejada: Keep Tonight da sua banda mais recente, Sunstorm, que lançou seu debut homônimo ano passado, mas já conhecida por quase todos os seus fãs. Depois, Joe anuncia, para delírio de todos, King Of Dreams, clássico de sua fase no Deep Purple, música de trabalho do Slaves & Masters e a única de sua fase na banda a ser executada nesse show. Em seguida, Power, outra do Rainbow do Straight Between The Eyes. Uma paradinha para arrumar alguns problemas técnicos, vem Prelude, que abre para Lendlessly, também outra faixa obscura de seu primeiro disco solo, Rescue You, que hoje é um verdadeiro cult. Durante Prelude, do qual o tecladista Bruno Sá deu um show (ele entrou no lugar de Geoff Nichols que tocou só com Tony Martin), Mr. Turner fica dançando, lembrando a pessoal dos anos 70, como Jim Morrison e até Janis Joplin. Aliás, ele não pára um minuto e no palco, faz todos movimentos possíveis e imaginários. E como ele canta. Muitos jornalsitas ousam dizer que ele não canta nada. Me desculpe, que diz isso, não entende de música. Refrescando com uma das músicas mais novas do set list, Blood Red Sky, do ultimo de estúdio dele, Second Hand Life, excelente, diga-se de passagem. Vindo com Street Of Dreams, outra do Rainbow do álbum Bent Out Of Shape. Claro, foi o Rainbow que fez a maior parte do set de Lynn Turner. Alterando com mais uma do seu disco solo Rescue You, mais uma faixa The Race Is On. Quase no fim, Deja Vu, de sua breve passagem com Yngwie Malmsteen, mas muito festejada pelos presentes. Terminando o show, Spotlight Kid, clássico do Rainbow, Difficult To Cure, primeiro disco seu na banda. Voltando para o encore, um cover, Burn, no Deep Purple. Sim, apesar dele ter sido da banda, essa música, claro, é da fase Coverdale/Hughes, da chama MKIII (como é denominada as várias formações do Deep Purple). Enfim, uma noite histórica e inesquecível. E que Tony Martin volte mais vezes e possa tocar as músicas que não pode tocar desta vez, como Eternal Idol, Odin's Court, Valhalla, Anno Mundi, Jerusalem, Evil Eye, Dying For Love, Get A Grip...

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