Atualizado em 01/06/2009

NO REMORSE, NO RETREAT
To Glory We Ride
Iron Age – imp.
Numa belíssima arte em digipack, a cargo de Jan "Darkgrove", a gravadora os rotula como Viking Hard Rock UK. De novo, muito pomposo ou ambicioso. Mas é verdade. Seu som é épico e frio como o Viking, além de bem agressivo, bem como seu nome. Antes, se chamava No Remorse apenas, mas com tantas bandas assim chamadas, incluíram o No Retreat a mais (seria o Of Fire do atual Rhapsody). O logotipo remete a bandas de Black ou Viking Metal. Mas o som, além destas características, é mais Heavy com muitas passagens regadas a Hard Rock. Frio e sombrio. Imagine qualquer banda de Hard tocando epicamente e com baluartes de peso. Mais ou menos o que sai aqui, o que estraga um pouco é o vocal. Não é limpo, tão pouco gutural, tem uns efeitos estranhos que mantém o mesmo timbre de forma reta o disco todo, cansando um pouco. O instrumental é interessante, cae no Hard’n Heavy muitas vezes, noutras no NWOBHM. Este quinteto vem do improvável País de Gales, aliás, não conheço nehuma banda galesa. Talvez por isso soe um pouco diferente das demais, mas muitas coisas diferentes juntas não dão certo (que nem eu fazia antes de ir pra escola, que batia leite com achocolatado, café, aveia, babana, mamão, baunilha e qualquer outra coisa que achasse na geladeira – é forte, mas não fica legal. Até que um dia o liquidificador quebrou, nunca mais fiz isso). Por que a citação nonsense? Porque sim, é o que rola aqui. Bem, Jan "Darkgrove" já fez capas de Elvenking e Manowar, e mais uma vez deu uma ótima impressão. Só pela capa, vale a pena a compra. A excentricidade não pára. Não há fotos da banda e os membros da banda são um segredo bem guardado, a única coisa que sabemos, é que um dos membros atualmente mora no Japão (!). No mais é isso: uma banda de NWOBHM que soa meio Hard as vezes e que usa temática Viking e também em algumas passagens. E outra: to cheio de moleques que ficam visitando o site, e em vez de comprarem o disco, ficam baixando gratuitamente como verdadeiros marginais e depois nos escrevem contestando as nossas resenhas. Tipo, eles baixam só pra ouvir e discordar do que a gente resenhou. Vão te catar! JCB – 8,0

Track list:
01. Victory Or Valhalla
02. Invade
03. To Glory We Ride
04. Pride
05. Hail The New Sunrise
06. Warriors Call
07. Warrior Queen
08. Hammer Of Thor
09. We Are The Werewolves
10. Your Kingdoms Will Fall
11. Pride [Instrumenal version]

LOST LEGION
Glory Or Death
Iron Age – imp.
Segundo a gravadora inglesa Iron Age, o Lost Legion toca Epic Power Metal Epic Stirring Warrior Metal. E o pior que é, por mais exagerado que seja. Não é uma maravilha que as vezes o True Metal no revela, mas a banda é boa no que faz. O grupo outrora chamado The Clan Of Steel, segue a linha entre Manowar e Blind Guardian. Temas épicos, letras de batalhas medievais e tudo o mais que o clichê pede. Mas a banda não tenta ser um novo Hammerfall, eles tentam soar como eles próprios, com inclursões e influências que vão desde o Hard Rock até o Thrash e o Death Metal. A banda é inglesa e espanta. Pois seu selo também é bretão. A Inglaterra geralmente cria bandas Tradicionais, Clássicas ou ne Doom ou Goth. Este estilo, mais saudado nos EUA, na Alemanha e nos países latinos, são feitos por ingleses. A Iron Age é um achado! Sim, existem bandas épicas no Reino Unido! Momentos bárbaros e bestiais, embora sua música não chegue a ser bombástica nem chegue a deslanchar. Eles fazem tudo certinho com todos clichês, mas tentando achar um caminho próprio. O diferencial talvez por serem ingleses, é que a banda soa mais sombria, mais densa e sóbria, não tao alegre nem carregada com tanta emoção quanto Manowar, Hammerfall e Blind Guardian. Realmente, não tem tanta paixão e parte emocional na música. Bem, eles são ingleses, né? E fazem isso da melhor maneira que os ingleses sabem fazer, bem polidos e blase. A aura Dark é iminente. A batida tribal de i e o épico Carnage On The Walls Of Delnoch são alguns destaques. RS – 8,0

Track list:
01. Riders of the Mark
02. This Day I Die
03. The Atrocity
04. Blademaster
05. Carnage On the Walls of Delnoch
06. Stranger
07. Gellens Lment
08. Behold the Runesword
09. The Last Scion

IRON AGE
Volume 1
Iron Age – imp.
Iron Age Records é um selo recém-formado no Reino Unido (a famoso UK), promovendo Folk, Pagan e Viking Metal, bem ora muitas vezes a música seja plenamente NWOBHM com roupagens pagãs. Embora fino no terreno, em termos de biografia profissional, eles afirmam que eles são geridos "de músicos para músicos", e eles são os culpados por detrás desta agradàvel compilação que abrange os seus gêneros escolhidos em termos de estilo e geografia. O Oakenshield é realmente Viking, já conhecidos nossos. Wolves of Hate é dos EUA e logo você verá a resenha do disco cheio deles: é um Doom Viking! Alba Gu Brath com Dupplin Moo é uma atração pessoal, falando dos campos de batalhas escoceses. A banda não falhar para transmitir o espírito e a agressividade das Guerras de Independência, com selvageria e sentido de atmosfera. O sueco Wulfgar é outro conhecido nosso, já o resenhamos. O Natan você verá daqui a pouco. O russo Alkonost eu desconhecia, com vocais femininos e melodias pagãs e folk. O Northern Oak é inglês e faz Pagan com desenvoltura. E segue por aí, algumas bandas já resenhadas pela gente e outras do cast da Iron Age. Confira você mesmo! Abaixo o track list completo com todas as bandas, respectivas faixas e países de origem. Algumas bandas já não achei tão legais, mas você quem decide. Viaje aos tempos antigos! RC – 8,5

Track list:
1. Dead Rival (UK) – 300
2. Wulfgar (SWE) – Valkyria
3. Wolves of Hate (USA) – Spoils of War
4. No Remorse No Retreat (UK/JPN) – Victory or Valhalla
5. Shieldwall (UK) – The Sword
6. Alba Gu Brath (SCO) – Dupplin Moor
7. Black Tartan Clan (B) – White Crosses
8. Ragnaröek (DE) – Küss Mich
9. Wulfgar (SWE) – Valhalla Reborn
10. Alkonost (RU) – Cold Shining of the Night
11. Natan (VL/B) – Velden van Bloed
12. Oakenshield (UK) – Utgarda Loki
13. Askur Yggdrasils (ICE) – Surviving the Resistance
14. Nemean (VL/B) – Old Jock
15. Alkonost (RU) - Indiscribable Light
16. Northern Oak (UK) – Madness of the Feral Moon
17. Vinternatt (VL/B)– De Zwarte Mis

WOLVES OF HATE
Battle Hyms And War Songs
Iron Age – imp.
A banda é norte-americana, por isso algo de Death e Thrash aqui. Mas o que prevalece de forma equitativa, é o Doom e o Viking. Sim. Enslaved veem à mente, sem dúvida, e algo dos Thyrfing, Einherjer, Manegarm e Kampfar. Eles soam totalmente europeus. A capa arte, o logotipo e as músicas e títulos fazem em todos termos um olhar promissor para este artefato. Mas nem sempre convence. A produção poderia ser melhor, pois o grupo tem muitas idéias e texturas. Felizmente, eles colocaram um pouco de eco no vocal, um leve efeito que nos questiona como seriam ao vivo, sem isso. Esta, pelo menos, torna o som um pouco sujo com alguns gritos e melodia atmosférica. No entanto, têm utilizado alguns teclados para algumas intro's e dentro de algumas das canções e desprezam os riffing, e mesmo assim, eles conseguem som convincente. É simplesmente uma vergonha que estas faixas duram só por alguns segundos, após o que as canções podem ser classificadas em embotamento novamente. Sim, pois estas partes são realmente mórbidas, sombrias e tétricas. Fazia tempo que não ouvia algo novo tão tétrico, mas estes climas poderiam ser extendidos para as faixas completas. Também me pergunto por que eles não fazem mais uso do teclado, porque ele só teria feito mais tétrico na sua música, aqui funciona. Agora Battle Hyms And War Songs não é mais do que um médio álbum, que não vale o seu preço. Parece que a banda está trabalhando em um novo álbum supostamenet a ser liberada em 2009 ainda. Vamos esperar pra ouvir e que venham mais tecladeiras! RC – 7,0

Track list:
1. Chaos in the Skies   
2. Lords of War   
3. Blood, Death, Honor   
4. Berserker   
5. Spoils of War   
6. Dirge for the
7. Skol
8. Cold Heart of Winter   
9. Triumph in Flames

ELIWAGAR
Memories Of The Warriors Will
Iron Age – imp.
Ms. Runahild Thrumublom vem com um projeto chamado Eliwagar, com o disco Memories Of The Warriors Will. O significado da banda é o caminho dos antigos deuses e guerreiros estudados. Ou seja, Paganismo total, não só na letra e na música, mas em sua filosofia de vida. Ela dama move tematicamente em paganismo e é inteiramente dedicado à música popular. Por isso, abundam passagens Folk à beça. Ela é calma e as performances são, na acepção, Folk nos atos. Assim, a orientação principal, talvez não para todos, mas não necessariamente um problema, é menos para fãs de Metal e mais para fãs de Folk, Celtic e etc. Finalmente, este tipo de música é muito temperamental e toda atmosférica em seu ser. Apesar de algumas irregularidades na execução, das 15 faixas, quase todas se destacam, ainda que soem muito cruas, puras e brutas. Brutas não na agressividade, mas sim no estado bruto das músicas, fazendo de Memories Of The Warriors Will uma demo um pouco melhor acabada. Em certos momentos, a cantora francesa parece ter feito isso de propósito, algo bem cru mesmo. Para soar Old School ou soar o mais acústico possível e o menos virtuoso possível para saudar os anciãos? Aqui a música foi feita com feeling, para saudar os guerreiros de guerras de outrora, e para isso, o sentimento falou mais alto nos instrumentos muitas vezes acústicos do que a tecnologia, deixando o lado digital de escanteio. RS – 7,0

Track list:
01. On The Path To War
02. Heathen Heritage
03. Eternal Proud Spirits
04. When The Fog Whispers The Old Tales
05. Ice And Fire
06. Myth From The Mountains
07. The Leaves Of Autumn
08. Rise Of The Pagan Folk
09. Hail And Glory
10. Silented Legends
11. Into The Storm Of Wyrd
12. To My Ancestors
13. Warrior Fate
14. Nordic Hymn
15. Thunderstorm

HEINRICHREICH – TIRANIS
Ancient Will
Iron Age – imp.
Um split da Iron Age. O estilo predominante é o Old School (Pagan) Black Metal. Ou seja, Black em essência, com aura pagã. O Heinrichreich é um duo que vem da Irlanda e da Eslováquia. Os eslavos e os celtas se uniram contra o cristianismo e a favor dos ritos antigos. Eles fazem Melodic Pagan Black Metal. O Taranis veio da Bélgica, conhecida como West Flanders. E toca Old School Black Metal, e é mais uma one-man-band. A introdução ao álbum dura perto de dois minutos, e é bela. Não da maneira que eu esperava para iniciar o álbum, de modo que é um bônus a partir do ponto vão chegar. Bela melancolia, teclados a definir o tom para uma fácil música Folk. Enquanto define o humor para o resto das pistas a seguir, também é bastante previsível exatamente o que você vai ser ouvido próximo. Forward To Immortality possue belos, melódicos e melancólicos riffs, com vocais de Jörg fazendo um bom trabalho. Lembra algo de Abigor. A guitarra é simples e monocórdica as vezes. Possui um agradável interlúdio baixo e, em seguida, lança de novo para o mesmo riff que ouvimos anteriormente. Daí pra frente, a coisa quase não muda. Quando vem o Taranis, é mais Black Metal tradicional, mais tosco, cru, ríspido, frio, gélido e virulento. Sem novidades. O Taranis desempenha um estilo de Rock’n Roll Black Metal, ou Black’n Roll, tão em voga nos últimos anos, como o Mucupurulent, por exemplo. Você pode ouvir os traços de bandas como Venom nestas faixas, mas há ainda um lote de originalidade na rifferama e acima de tudo nos vocais, que estão entre os melhores que eu ouvi em um longo tempo. Apesar de não ser muita novidade. RC – 8,0

Track list:
01. Heinrichreich - Intro
02. Heinrichreich - Forward To Immortality
03. Heinrichreich - Ancient Will
04. Heinrichreich - Teutonic Forest
05. Heinrichreich - My Journey To The Fantasy
06. Heinrichreich - Poison In The Vein
07. Taranis - The Chain Of Wotansvolk
08. Taranis - Bright Shield
09. Taranis - Possessed
10. Taranis - Intro/Feeding The Ravens
11. Taranis - Tenebrae Et Noctus

ASMEGIN
Arv
Napalm Records – imp.
Aqui temos mais uma excelente banda dentro da veia Pagan Folk Metal. Sim, eles mixam os dois estilos, misturando a sutileza do Folk com a agressividade do Pagan, com vocais guturais limpos e urrados e vocais femininos bruxísticos, como se fosse uma bruxa mesmo. Apesar de ser um disco para qualquer pagão, headbanguer ou Paganmetaller ou ainda qualquer Folker ouvir, Arv é um disco até ritualístico. A banda é da Noruega e isso explica as raízes Black e até algumas passagens chegam a ter melodias e lembranças do Viking, mas não é. Pois as letras não falam de guerras e batalhas antigas, nem de enfrentamentos nos oceanos ou a melancolia e angústia de viajar em alto mar, a espreita de que apareça qualquer inimigo. Os temas são sobre a natureza mesmo e cantados em norueguês, dão um toque ainda mais frio e singelo à Arv. O grupo trás riffs na escola do Thrash Metal até, violinos singelos e frágeis, assim como vocais femininos delicados, contrastando com os blast beats da bateria e a agressão e maledicência do Black Metal, alternando com o clima bucólico em algumas passagens e o camponês em outras. Realmente, o Asmegin é uma banda única! Por mesclar tudo isso, fica até difícil uma assimilação de primeira, mas depois da terceira ou qaurto ouvida, você vicia e todas as outras bandas de Pagan e Folk soaram fichinha perto de Arv! Impressiona uma banda da Noruega ter um som menos nórdico e mais setentrional e as vezes, até mediterrânico! RS – 8,5

Track list:
01. Fandens Mælkebøtte (The Devil's Milk Pail)
02. Hiertebrand (Heartburning)
03. Generalen Og Troldharen (The General And The Trollhare)
04. Arv (Heritage)
05. Yndifall (Bereavement)
06. Gengangeren (The Apparition)
07. Prunkende, Stolt I Jokumsol (Pompously, Proudly In The Sun Of Jokum)
08. En Myrmylne (A Boggy Mylne)




































































FOLKEARTH
Stygian Crypt – imp.
O Folk Metal é um estilo apaixonante e tem crescido muito na Europa e só o Brasil está vacilando. Drakkars In The Mist é mais um trabalho do Folkearth, que reúne músicos do mundo todo, todos tocando Folk Metal e resgatando as lendas da Europa. Drakkars In The Mist conta com mais de 30 músicos participando. Seria uma Ópera Folk? Drakkars In The Mist oscila entre sons mais violentos, como Before Battle I Embrace, lembrando o Wintersun até momentos mais calmos com partes acústicas, como When Long Ships Arrive. Drakkar era uma embarcação usada pelos Vikings e as letras e a sonoridade é levada para esse lado épico. Mist significa brumas. Musicalmente, as vezes temos um Death Melódico. Realmente, não há uma linha sonora do começo ao fim, há muitas mudanças entre as faixas. As vezes, parece uma coletânea de varas bandas, tamanha variação rítmica, estilística e musical. E as vezes parece, pois com 30 músicos reunidos, nunca as faixas vão soar iguais. O projeto conta com mais de 10 nacionalidades diferentes e integra elementos de várias bandas dentro do Folk e do Viking Metal. Os FOLKEARTH surgiram em 2003 e contava com 20 músicos de bandas como Yggdrasil, Forefather, Uruk Hai e The Soil Bleeds Black. O primeiro álbum A Nordic Poem saiu em 2004, com By The Sword Of My Father em 2006 já com 31 músicos. E agora, a obra Drakkars In The Mist. Quem participa desta vez são membros de Cruachan, Finntroll, Falkenbach, Thryfing, Otyg, Vintersorg, Eluveitie, Korpiklaani, Turisas, Ensiferum, Moonsorrow, Wintersun e Amon Amarth entre muitas outras. Ou seja, reuniram toda a Folkaiada, a Paganada e Vikingzada! Por isso ao longo de Drakkars In The Mist sentimos malhas mais rasgadas de Ensiferum e Finntroll até mais melódicas e suaves Eluveitie e Korplikaani. Este épico começa com Before Battle I Embrace, com vocalizações rasgadas a Finntroll, onde sentimos uma certa Polka. Aliás, quem inventou o Punk foi quem inventou a Polka! É a mesma coisa! Hoplites Awaiting Command poderia ter sido tirada dum qualquer filme épico, com direito a piano. Hugin & Munin é mais pesada e voltamos a ter vozes mais rasgadas, com outras femininas. Grimnismol é mais rápida quase Power Metal, com teclados, e instrumentos mais clássicos, como o piano e a flauta. Hogtyd é viajante. Sworn To The Raven tem coros femininos e Great God Pan a flauta mais uma vez se faz presente. A faixa-título tem vozes limpas, vozes agressivas e coros femininos. Midgard Farewell tem vocalizações femininas constantes e o instrumental um pouco progressivo. De Tause Fjell é Folk Metal mais tradicional, lembrando Turisas. If I Should Fall e Thunders Of War vêem com vocais femininos e piano. When Long Ships Arrive com flauta e guitarra acústica. Chega a lembrar algo dos anos 70 no Progressivo, onde o mais conhecido seria Jethro Tull. On Wings Divine tem vozes femininas e com um instrumental mais clássico. The Bane Of Giants alterna vocais femininos e masculinos, algo como Therion mais antigo. Kingdom Of The Shades é um épico, trilha sonora de filme também! Fechando, The Riding Of The Queen Boudiccea, lembra Corvus Corax. Ou seja, obrigatório! Completando a coleção, seguem as faixas de outros discos desta seleção de craques, ou “We are the world” do Pagan Folk Viking Metal. JCB – 10

Drakkars In The Mist
1. Before Battle I Embrace  
2. Hoplites Awaiting Command  
3. Hugin & Munin  
4. Grimnismol (Ballad Of Grimnir)  
5. Hogtyd  
6. Sworn To The Raven  
7. Great God Pan  
8. Drakkars In The Mist  
9. Midguard Farewell  
10. De Tause Fjell  
11. If I Should Fall  
12. When Long Ships Arrive  
13. On Wings Divine  
14. Thunders Of War  
Bonus Tracks:
15. The Bane Of Giants  
16. Kingdom Of The Shades  
17. The Ridding Of The Queen Boudiccea

Father Of Victory
1. The Forlorn Knight
2. The Purest Breed
3. Sleipnir
4. What Glory Remains
5. Dawn in Tir Na N´ Og
6. The Will Of Odin
7. Father Of Victory
8. Charles Martel
9. Wallachian Warlord
10. The Iron Wolf
11. Heroes In The Sky
12. Carmina Bellica

A Nordic Poem
1. (Intro) The Pipes Are Calling
2. Wolfsong In Moonlight (Fenris Unbound)
3. Horned Trolls And Mystical Folk
4. Rhyming With Thunder
5. Eldritch Sorcery And Faery Runes
6. In Odin’s Court
7. Storm Ravens Come
8. Gryningssang
9. Gaelic Valor
10. Outro

By the Sword of My Father
1. Introduction
2. The Lady`s Gift
3. By the Sword of My Father
4. Naglefar Sets Sail
5. The death of Beowulf
6. Instrumental
7. Skaldic Art
8. Domain of Darksome Ravens
9. Return to Walehalle
10. Heathernpride (Falkenbach cover)
11. Elves
12. Invictus
13. Wisdom of Wolves
14. Sailing a`Viking
15. Tribute to the Viking Gods
16. Journey Ends

HEOROT
Ragnarok
Stygian Crypt – imp.
A capa é meio esquisita. Primeiro, as bandas de Viking usam capas em tons frios e escuros, muito verde, azul, vermelho em cenas de guerra e laranja mostrando céus sinistros, fogo e guerras. Aqui não. A capa de Ragnarok chega a ser até caricata, para não dizer ingênua. Nesse ponto, a banda larga atrás. Este é o primeiro álbum da jovem banda finlandesa de Viking Metal, após algumas demos. A música do Heorot é algo que lembra o desempenhado de seus companheiros e conterrâneos do Moonsorrow, ou seja, os rapazes não vão cuspir em hooking melodias, épico teclados e instrumentos geralmente associados a música popular: aqui, será sobretudo um grande apreço à flauta, assim como alguns acordeões.No entanto, embora o Moonsorrow desenvolve uma megalomania bombástica, o Heorot ao invés disso é mais simples e direto, do que estar à procura de alguma conquistando eficiência com uma duração média de cada canção com cerca de cinco minutos (normalmente, muitos temas épicos e viajantes passam dos oito). Heorot ainda não abusa do contrabaixo, Heorot não abusa dos blastbeats, Heorot não abusa das pausas acústicas. Heorot é uma banda de Viking, mas também uma banda inteligente, fazendo sua música ancestral mais no feeling, letras e climas do que a encher muito sua musicalidade. O disco é bom e coeso por inteiro. Sem muitos destaques sensacionais, mas sem eprder a qualidade também. RC – 8,0
contact@heorotband.com

Track list:
1. Juhla Nuotiolla (1:37)
2. Ristiretki (5:14)
3. Pyhä Simasali (4:57)
4. Kansaansa Vastaan (6:12)
5. Jättiläisen Laulu (6:06)
6. Yö Jahti (4:04)
7. Mustat Linnut (4:30)
8. Ylpeyden Kiro (4:14)
9. Ragnarök (7:53)


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