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LUGOSIS MORPHINE
With A Demoral Chaser End Of The Beginning Independente – imp. A banda é uma das maiores do Horror Rock, Punk Horror, Psychoabilly, Surf Horror, Batcave e Darkabilly da atualidade. Influências de todos estes estilos, mais de todas as principais bandas aqui se fazem presentes. Pegada Surf, sujeira e rapidez do Punk Horror do Misfits, por vezes o Speed Metal de Danzig, mais a malícia do The Cramps. O primeiro disco, With A Demoral Chaser é muito tosco e não apresenta nada de novo. Nada mais do que um rascunho de Misfits, sem idéias novas, nada (apesar de legal de se ouvir – ao menos eles já mostravam que tinha alguma inspiração para fazer temas bem sacados). Mas tudo muda de figura com End Of The Beginning, que conta com uma capa mais legal, uma melhor produção e uma banda mais madura. Se no primeiro eles se baseavam em Misfits, agora eles se baseariam mais no Psychoabilly, impossível não se lembrar de The Cramps. O clima Batcave, Dark e Goth dão um toque macabro e obscuro, fazendo deles uma banda distinta. Destaque para o disco inteiro End Of The Beginning, mas não há como não citar uma homenagem ao nosso país, em Chupacabra. Os brasileiros não têm noção disso. Essa figura que já passou a fazer parte de nosso folclore, é falada e idolatrada no exterior, sejam por ufólogos, sejam por aficionados por horror, terror e pavor, bem como por bandas e seguidores de Punk Horror e etc. Até Zak Stevens, ex-Savatage e atual Circle II Circle, em uma entrevista e no show de sua banda em São Paulo comentou esse fato, de que eles sempre falavam de chupacabra em excursão. Enfim, Lugosi's Morphine é puro terror e pura música legal de se ouvir! JCB – 9,0 End Of The Beginning With A Demoral Chaser |
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MEMPHIS MORTICIANS
Play Primitive Trashman And 13 Other Love Songs Kaiser Records – imp. The Memphis Morticians apresentam Play Primitive Trashman And 13 Other Love Songs. Apesar do número cabalístico e de horror 13, na verdade são 14 temas de Psychobilly bem trashy / lo-fi. É mesmo difícil destacar temas, o disco inteiro é ótimo. Temas como Devil’s Raid, Downer Party Boogie, Corpse Grindin’ Baby e Electric Hair são mais rápidos, bem Psychoabilly malucão mesmo, loucão. Já Linda Lee é mais lenta e sinistra, com melodia de guitarra bem setentista, e ainda dá pra se destacar Hearse Drivin’ Man e Primitive Trashman é mais Rockabilly, lembrando até o mais tradicional Stray Cats. A banda é nova-iorquina e trás aquele lance do psychoabilly das ruas, de ficar usando jaqueta de couro a noite no frio fumando, trocando idéia, procurando alguma gatunagem para fazer. Chamem-nos de Trash’n Roll também. O baixo é acústico e é baixo mesmo (aquele grandão que fica de pé), e não o contra-baixo (que é menor e portátil – o baixo normal). Puro Psycho NYC de se tocar no CBGB. Caso o brasileiro Thor G do Zumbis do Espaço não ouvisse os outros e não quisesse cair no Hardcore e inventar de tocar country, sua banda continuaria a ser única no Brasil. Se continuasse a seguir a temática e a parte musical de A Invasão, onde misturavam The Cramps com Misfits, estariam no mesmo nível do Memphis Morticians. JCB – 8,5 Track list: |
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BAMBOULA
Guilty Pleasures Kaiser Records – imp. A partir da costa da Califórnia ensolarada, chegando este trio potente, energético e divertidíssimo de Psychobilly. Estou muito relutante em bandas americanas do gênero, mas com registros como esse você percebe que temos de nos despir dos preconceitos, do começo ao fim do disco, você está com uma multiplicidade de influências, talvez o mais eminente acerca Nekromantix primeiro, as músicas vão para 2000rpm é uma barbaridade, as guitarras farfullan, ritmos punk, surf, o baixista cheio de slides em alta velocidade dando muito a jogar ao ritmo de tambores esmagados, baseados quase todos os pratos suas composições. Sinto influências dos Teutões dos Mad Sin, talvez nos coros, meios de comunicação mid-tempo, ou as guitarras lisérgicas. É muita lisergia! Mas o destaque é para um inusitado cover bem Psycho de Breaking The Law do Judas Priest. ADL – 8,0 Track list: |
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THE BUTCHERS
Reach Out! With... The Butchers Kaiser Records – imp. Sinalização de Lancaster, PA, Philadelphia, The Butchers foram parcialmente estabelecida para cada outros por seu interesse mútuo com a música Rock’n Roll Garage Pop, Psycho Rock e até Surf. Desde 2003, após ter realizado uma certa dinâmica entre uns aos outros, têm posto em órbita por si próprias, que a sua própria estrada e as viagens como eles firmemente continuarem a escrever vários sons. Embora eles não são certamente um sucesso comercial, mas qualquer fã de qualquer idade ou descobridor recentes vê que é honesto! Sob a supervisão do produtor Kris Alutius (Mondo Topless, Undergirl, Ti Minks) para produzir sua estréia com o registro Reach Out! With... The Butchers. Nada original, mas bem legal. LT – 6,0 Track list: |
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SUSHIFARM Eat It Raw Debut album desta banda de Alternative Rock da Alemanha. Muito Groove, algo de Polka, baladas, num mix de Progressive Rock com Folk, com forte acento Pop, guitarras bem sujas, a banda é: Martin Pirner (vocals), Wolfram Kellner (drums), Hans Platz (guitar) e Matthias Riedl (bass). A música No Life foi usada pelo Fraunhofer Institute como uma demo de tecnologia surround. Eles são do Sul da Alemanha e por isso, sua música é mais acalorada e mais ensolarada. Algumas possíveis influências de Incubus e System Of A Down dão nuances de New Metal ou Alternative Metal ou ainda, Nu Rock. Aggro Rock? Talvez, embora eles estejam longe dos celeiros e plantações de milho (corn belts) norte-americanos. LT – 7,5 Track list: Again One way out Too dark Virtual Hero Whatever The letter Sometimes No life Absolutely free One day in a minute |
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HAMATOM
Wut Malucos alucinados e famintos na veia Slipknot. Fazem Nu Metal descaradamente de forma démodé, pois o estilo já está morto. Até os papas e bispos do pseudo-sub-gênero não fazem mais isso, e seus primeiros fãs estão ouvindo hoje Metalcore, então, pra que fazer isso? Pra que isso? Eles têm tocado com Rammstein, Wir Sind Helden, e Tocotronic e afins. Cantam em alemão, deixando sua música mais forte e agressiva. Cara, imagina New Metal tipo Slipknot em alemão? Nem queira. Vamos colocar de antemão de que apenas algumas, muito poucas bandas falando em alemão irão torná-las conhecidas fora da Alemanha, e que este não é mau de todo. Eles são todos simpático bandas, e isso é exatamente o que está errado com estes zangados alemães e os seus registros carrancudos. Rammstein ainda tem um certo sentido de ironia embutida no seu Industrial pesado, os Teutonic ato que torna tudo muito mais fácil digestão. Infelizmente não há um grão de riso em Wut, e, portanto, todos os países de língua alemã, expresso selfpity raiva e se torna um pouco difícil de engolir e as letras tolas, não descem. A minha decisão final é, portanto, absolutamente clara: isto não é adequado para não falar em alemão, Metalheads. PR – 6,0 Track list: |
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SKY SUNLIGHT SAXON
The King Of Garage Rock Cleopatra Records – imp. Tem sido mais de 2 décadas desde as sementes plantadas para rebentar com o Rock. Hoje, em compensação, dê uma olhada na atual árvore da vida do Indie Rock. Hoje, a garotada acha se delicia com The Killers, achando ser a melhor coisa que existe. Mas que bom que, com The King Of Garage Rock você vai encontrar vestígios do que o Sky Saxon (pseudônimo do vocalista do The Seeds, que data desde os anos 60) e as suas sementes plantadas no solo fértil da década de 1960, com grande florescimento em todo o lado. Sim, as sementes ainda estão entre nós e por boas razões - puro, poderoso, o apaixonante Rock’n Roll nunca morre. Para provar o ponto que ainda mais longe, este novíssimo CD encontra o Sky Saxon voltando para o seu antigo The Seeds voltando para as suas raízes com uma coleção de clássicos com influência de música atemporal, como os Rolling Stones, The Beatles, The Stooges. Back To Basics, ou seja, de volta para a garagem e de volta no negócio. Aqui está um pedacinho do que já foi chamado um dia como a “Salvação do Rock”. Aliás, desde os anos 50 se ouvia este termo. Hoje, todos desistiram de que um dia vai ter esta salvação. Aqui, a banda resolveu homenagear suas raízes, e de tantos covers, destaques para (I Can't Get No) Satisfaction (dos Stones), I Wanna Be Your Dog (dos Stooges) e Love Me Do (dos Beatles). PR – 8,0 Track list: |
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THE LEMONHEADS
It's A Shame About Ray (Collector's Edition) Rhino – imp. O Lemonheads foi formado por Evan Dando (vocal, guitarra), Ben Deily (vocal, guitarra) e Jesse Peretz (baixo), todos colegas de segundo grau, em 86. Evan Dando - que mais tarde se tornou o único remanescente da formação original, tocou bateria (além das guitarras, vocais e composições) no primeiro EP chamado Laughing All The Way To The Cleaners de 86, auto-financiado pela própria banda. O som era uma mistura de Punk e Pop, similar a bandas da época como Hüsker Dü e Replacements, ou seja, bem Melódico e melancólico ao mesmo tempo. It's A Shame About Ray é um disco calmo e despretensioso, com inspiração Folk e com a simplicidade do Punk mesmo. Com melodias e letras fáceis e cheias de violões. Muito disso é reflexo do tempo em que Evan passou na Austrália, quando escreveu em pareceria com Tom Morgan a maioria das músicas do álbum. Mrs. Robinson é o cover do Lemonheads para o grande sucesso da dupla Simon & Garfunkel é lançado como single e conquista as paradas, levando It's A Shame About Ray a alcançar 800.000 cópias vendidas nos Estados Unidos. Era o auge da popularidade do Lemonheads. A partir daí Evan Dando passou a ser figura fácil nas revistas e ganhou status de celebridade pop. Enfim, este é um grande disco, que marcou os anos 90, marcou a vida de muitas pessoas e a carreira dele. Quanto ao DVD, apresenta todos os vídeo-clipes da história da banda, sendo a sua maioria do disco It's A Shame About Ray. Imperdível, para colecionador e fãs terem para a posteridade! LT – 10 Track list: DVD TRACK LIST
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BLUE MAN GROUP
How To Be A Megastar Rhino – imp. Banda esquisita que foi apresentada aos brasileiros ano passado com alguns shows no Via Funchal. O Blue Man Group desafia fácil classificação. Eles são músicos? Desempenho artistas? Comics? Quadrinhos? Space aliens? Como qualquer pessoa que tenha visto a sua única fase mostram sabe, este excêntrico trio de estóico azul enfrenta toca em uma série de arte formas, não o é menos do que um compromisso de puro espetáculo. How To Be A Megastar proporciona um CD DVD e do Blue Man Group 2006-2007 concerto da digressão do mesmo nome, capta muito daquilo que faz esse disfarce de forma divertida. Considerando que o Blue Man Group é sobretudo um ato de renome visual, o verdadeiro chamar aqui é o DVD em um desempenho de 2007 no American Airlines Arena, em Dallas, Texas. O show, que relógios em apenas tímidos 90 minutos, os holofotes do grupo marca inventividade, de audiência e de interação peculiaridade humor. Apresentando um pouco de auto-reflexibilidade, a passeio central da presunção e a seguir um manual de instruções sobre a forma de ser um rock star. Os homens azuis estão ostensivamente a usar uma audiência do membro do cartão de crédito para encomendar o manual, que info-comerciais de TV - indicadas por trás da banda com um enorme monitor - promessas levará a rocha estrelato. Ou seja, este DVD e as músicas desta turnê fazem parte de um conceito divertido, ensinando como ser um Rock Star. As músicas são como trilhas-sonoras de filmes (no caso aqui, de comerciais) com muito de eletrônico e jingles. Divertido, as vezes cansativo e previsível. Você assiste uma vez, racha o bico (ou casca o bico) e não mais. LT – 7,5 DISC 1 for How To Be A Megastar 2.1 (CD) Album DISC 2 for How To Be A Megastar 2.1 (CD) Album |
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BLUE MAN GROUP
Canta Conmigo Rhino – imp. A última perna da turnê trouxe Blue Man para o México e do América do Sul (ano passado tocaram no Brasil) e permitiu o Blue Man traduzir algumas das músicas em Espanhol e Português (anteriormente conhecida como cantar em coro). A música fez um distinto em fazer uma conexão com a platéia e, portanto, teve a canção a um novo nível. A reação a multidão para Canta Conmigo levou a liberação com remixes por Funky Junction, Nickodemus, Onionz,and DJ Moni. Moni e DJ. Ela irá conter 9 remixes e 2 vídeos da canção Canta Conmigo. Desta vez, os remixes estão a tomar em um latim / tribal sabor, em parte graças à Funky Junction. Não existe nenhuma pounding bass ou florescente tambores aqui. Não há ocasionais twinges do club beat aqui, mas nada que obscurece o sabor latino. É só uma mera substâncias jams session latinos. Nickodemus também fornece uma mistura que permanece longe de ruídos e forte expansão. O Afrohouse Mix mantém os beats e acrescenta baixo e bateria extra para dar uma aura de pista a mais tipo soulful vibe. São apenas cinco minutos, mas é apenas o mais eficaz para começar a mover-lhe com o vocal em espanhol. LT – 7,0 Track list: |
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THE DOORS Live In Pittsburgh 1970 Rhino – imp. Como o Doors fez muito sucesso depois da morte de Jim Morrison, e sem mais material inédito para lançar, abundam por aí vários disco ao vivo. Praticamente, quase todos os poucos shows que a banda conseguiu realizar até o seu final, já tiveram discos póstumos lançados. Este aqui, Jim estava literalmente indo ladeira abaixo, em um processo auto-destrutivo que o levaria a morte, em 3 de julho de 1971 (não muito distante da data deste show, portanto). E esse ao vivo era da turnê dos shows que ficariam celebrados no álbum Absolutely Live. Para quem não conhece esse ao vivo da banda, ele é composto pelos melhores momentos, dos melhores pedaços das músicas, das diversas apresentações dos shows dessa turnê, editados pelo engenheiro de som Paul Rothchild. Sim, pois aqui se trata de um disco inteiro sendo quase que um grande medley ou ainda um bom Pout Pourri. Aí jogaram pela galera, mas esse tal de Paul teve um baita trabalho, pois era impossível juntar uma música ao vivo dos Doors que seja inteira boa, na íntegra de fato. Ou Morrison estava bem louco (sempre) e esquecia alguma letra ou desafinava (quase sempre) ou nas longas jams e improvisações, os demais integrantes de desentrosavam. Apesar disso, a lisergia e a sujeira estão aqui em estado duro e bruto. Assim, uma música que você ouça, o seu começo poderia ser de alguma apresentação em Detroit, o seu solo e refrão na Califórnia e seu final em Nova Iorque! Reza a lenda que foram necessárias mais de 2.000 edições para compor o álbum! Não duvido! Só para fãs mesmo, da banda ou de artistas mortos. Sim, tem gente que só curte bandas de gente que morreu. Tem gente que só curte Janis Joplin, Jimmi Hendrix, The Doors, passou a curtir Queen depois da morte de Freddy Mercury, passou a curtir Legião Urbana depois da morte de Renato Russo, passou a curtir Ramones agora há pouco, por descobrir que quase todos morreram (os principais pelo menos). De Grunge, só curtem Nirvana, e anos atrás, Alice In Chains (por que será?) e de MPB, Cássia Eller. Mas quando todos estavam vivos, muitos dos que gostam hoje, tinha ojeriza. LT – 7,5 Track list: 1 Back Door Man 2 Love Hides 3 Five To One 4 Roadhouse Blues 5 Mystery Train 6 Away In India 7 Crossroads Blues 8 Universal Mind 9 Someday Soon 10 When The Music's Over 11 Break On Through 12 Push Push 13 Soft Parade Vamp, The 14 Tonight You're In For A Special Treat 15 Close To You 16 Light My Fire |
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JERSEY BOYS Original Broadway Cast Rhino – imp. Ainda que se insere perfeitamente na categoria "jukebox musical", os Jersey Boys tentar integrar suas músicas em um plotline artificial. O show conta a história do início dos anos 1960, musical e os números tendem a ser introduzida no contexto, ou o quarteto realiza um show. Expondo a rica história e reviver os sons da fenomenal atemporal Frankie Vallie & The 4 Seasons, o novo musical da Broadway, Jersey Boys, respostas-o musical e a filosófica pergunta: "Como é que teria de ser sábio quatro rapazes de Newark, NJ, tornar-se um dos os maiores êxitos no chart-topping da história da música pop?". Os Jersey Boys celebram os lendários Rock Roll Hall of Famers Frankie Valli, Bob Gaudio, Tommy DeVito e Nick Massi que, tal como os 4 temporadas, escreveu as suas próprias canções, inventou sua própria identidade, e vendeu 175 milhões no mundo inteiro, com todos os registros antes de terem 30 anos. O Teatro August Wilson foi preenchido com com os homens e as mulheres de uma certa idade que foram definitivamente da geração de Frankie Valli. Sentou calmamente no seu conservador vestido e falou calmamente com as luzes da casa desativadas. O mercado norte-americano é tão grande e rico que eles até registram em CD as trilhas-sonoras de quase todos os musicais da Broadway ou de qualquer outra região e casa de espetáculo. LT – 8,0 Track listTrack list: 1 Ces Soirees La' - Original Cast 2 The Early Years Scrapbook: Silhouettes / You're The Apple Of My Eye / Apple Of My Eye / I Can't Give You Anything But Love / Earth Angel / A Sunday Kind Of Love / My Mother's Eyes / Short Shorts / Moody's Mood - Original Cast 3 Cry For Me - Original Cast 4 Backup Sessions: An Angel Cried / I Still Care / Trance - Original Cast 5 Sherry - Original Cast 6 Big Girls Don't Cry - Original Cast 7 Walk Like A Man - Original Cast 8 December, 1963 (Oh What A Night) - Original Cast 9 My Boyfriend's Back - Original Cast 10 My Eyes Adored You - Original Cast 11 Dawn (Go Away) - Original Cast 12 Big Man In Town - Original Cast 13 Dialogue: A Little Trouble - Original Cast 14 Beggin' - Original Cast 15 Dialogue: See How You Handle It - Original Cast 16 Stay / Let's Hang On / Opus 17 (Don't Worry 'Bout Me) / Bye, Bye, Baby - Original Cast 17 C'Mon Marianne - Original Cast 18 Can't Take My Eyes Off You - Original Cast 19 Working My Way Back To You - Original Cast 20 Fallen Angel - Original Cast 21 Rag Doll - Original Cast 22 Who Loves You - Original Cast |