Atualizado em 08/06/2008

THE LEMONHEADS
It's A Shame About Ray (Collector's Edition)
Rhino – imp.
O Lemonheads foi formado por Evan Dando (vocal, guitarra), Ben Deily (vocal, guitarra) e Jesse Peretz (baixo), todos colegas de segundo grau, em 86. Evan Dando - que mais tarde se tornou o único remanescente da formação original, tocou bateria (além das guitarras, vocais e composições) no primeiro EP chamado Laughing All The Way To The Cleaners de 86, auto-financiado pela própria banda. O som era uma mistura de Punk e Pop, similar a bandas da época como Hüsker Dü e Replacements, ou seja, bem Melódico e melancólico ao mesmo tempo. It's A Shame About Ray é um disco calmo e despretensioso, com inspiração Folk e com a simplicidade do Punk mesmo. Com melodias e letras fáceis e cheias de violões. Muito disso é reflexo do tempo em que Evan passou na Austrália, quando escreveu em pareceria com Tom Morgan a maioria das músicas do álbum. Mrs. Robinson é o cover do Lemonheads para o grande sucesso da dupla Simon & Garfunkel é lançado como single e conquista as paradas, levando It's A Shame About Ray a alcançar 800.000 cópias vendidas nos Estados Unidos. Era o auge da popularidade do Lemonheads. A partir daí Evan Dando passou a ser figura fácil nas revistas e ganhou status de celebridade pop. Enfim, este é um grande disco, que marcou os anos 90, marcou a vida de muitas pessoas e a carreira dele. Quanto ao DVD, apresenta todos os vídeo-clipes da história da banda, sendo a sua maioria do disco It's A Shame About Ray. Imperdível, para colecionador e fãs terem para a posteridade! LT – 10

Track list:
1   Rockin Stroll
2   Confetti
3   It's A Shame About Ray
4   Rudderless
5   My Drug Buddy
6   Turnpike Down, The
7   Bit Part
8   Alison's Starting To Happen
9   Hannah & Gabi
10   Kitchen
11   Ceiling Fan In My Spoon
12   Frank Mills
13   Mrs. Robinson
14   Shaky Ground - (previously unreleased, Demo)
15   It's A Shame About Ray - (previously unreleased, Demo)
16   Rockin Stroll - (previously unreleased, Demo)
17   My Drug Buddy - (previously unreleased, Demo)
18   Hannah & Gabi - (previously unreleased, Demo)
19   Kitchen - (previously unreleased, Demo)
20   Bit Part - (previously unreleased, Demo)
21   Rudderless - (previously unreleased, Demo)
22   Celining Fan In My Spoon - (previously unreleased, Demo)
23   Confetti - (previously unreleased, Demo)

DVD TRACK LIST
Two Weeks In Australia 
It's A Shame About Ray (Music Video) 
Ride With Me (Live) 
Mrs. Robinson (Music Video) 
Being Around (Music Video) 
Alison's Starting To Happen (Live) 
Hannah & Gabi (Music Video) 
Half The Time (Music Video) 
Rockin Stroll (Music Video) 
Confetti (Music Video) 
It's About Time (Live) 
My Drug Buddy (Music Video)

BLUE MAN GROUP
How To Be A Megastar
Rhino – imp.
Banda esquisita que foi apresentada aos brasileiros ano passado com alguns shows no Via Funchal. O Blue Man Group desafia fácil classificação. Eles são músicos? Desempenho artistas? Comics? Quadrinhos? Space aliens? Como qualquer pessoa que tenha visto a sua única fase mostram sabe, este excêntrico trio de estóico azul enfrenta toca em uma série de arte formas, não o é menos do que um compromisso de puro espetáculo. How To Be A Megastar proporciona um CD DVD e do Blue Man Group 2006-2007 concerto da digressão do mesmo nome, capta muito daquilo que faz esse disfarce de forma divertida. Considerando que o Blue Man Group é sobretudo um ato de renome visual, o verdadeiro chamar aqui é o DVD em um desempenho de 2007 no American Airlines Arena, em Dallas, Texas. O show, que relógios em apenas tímidos 90 minutos, os holofotes do grupo marca inventividade, de audiência e de interação peculiaridade humor. Apresentando um pouco de auto-reflexibilidade, a passeio central da presunção e a seguir um manual de instruções sobre a forma de ser um rock star. Os homens azuis estão ostensivamente a usar uma audiência do membro do cartão de crédito para encomendar o manual, que info-comerciais de TV - indicadas por trás da banda com um enorme monitor - promessas levará a rocha estrelato. Ou seja, este DVD e as músicas desta turnê fazem parte de um conceito divertido, ensinando como ser um Rock Star. As músicas são como trilhas-sonoras de filmes (no caso aqui, de comerciais) com muito de eletrônico e jingles. Divertido, as vezes cansativo e previsível. Você assiste uma vez, racha o bico (ou casca o bico) e não mais. LT – 7,5

DISC 1 for How To Be A Megastar 2.1 (CD) Album
1   Above
2   Drumbone
3   Time To Start
4   Up ToThe Roof
5   Altering Appearances
6   Persona
7   Your Attention
8   Piano Smasher
9   Gumballs And Marshmellows
10   Sing Along
11   One Of These Days
12   Shadows
13   Complex, The
14   Light Suits
15   I Feel Love
16   Rock And Go
17   Baba O'Reily
18   What Is Rock
19   What Is Rock

DISC 2 for How To Be A Megastar 2.1 (CD) Album
1   Above
2   Drumbone
3   Rock Manual Infomercial
4   Time To Start
5   Up To The Roof
6   Altering Appearances
7   Persona
8   Floppie The Banjo Clown
9   Your Attention
10   Piano Smasher
11   Shirts And Hats
12   Sing Along
13   Rock Box Infomercial
14   One Of These Days
15   Shadows Part 2
16   Complex, The
17   Light Suits
18   I Feel Love
19   Rock And Go
20   Baba O Riley
21   Introducing The Band
22   What Is Rock
23   Inside The Tube (Documentary)
24   I Feel Love (Video)
25   Mono (Video)

BLUE MAN GROUP
Canta Conmigo
Rhino – imp.
A última perna da turnê trouxe Blue Man para o México e do América do Sul (ano passado tocaram no Brasil) e permitiu o Blue Man traduzir algumas das músicas em Espanhol e Português (anteriormente conhecida como cantar em coro). A música fez um distinto em fazer uma conexão com a platéia e, portanto, teve a canção a um novo nível. A reação a multidão para Canta Conmigo levou a liberação com remixes por Funky Junction, Nickodemus, Onionz,and DJ Moni. Moni e DJ. Ela irá conter 9 remixes e 2 vídeos da canção Canta Conmigo. Desta vez, os remixes estão a tomar em um latim / tribal sabor, em parte graças à Funky Junction. Não existe nenhuma pounding bass ou florescente tambores aqui. Não há ocasionais twinges do club beat aqui, mas nada que obscurece o sabor latino. É só uma mera substâncias jams session latinos. Nickodemus também fornece uma mistura que permanece longe de ruídos e forte expansão. O Afrohouse Mix mantém os beats e acrescenta baixo e bateria extra para dar uma aura de pista a mais tipo soulful vibe. São apenas cinco minutos, mas é apenas o mais eficaz para começar a mover-lhe com o vocal em espanhol. LT – 7,0

Track list:
1   Canta Conmigo - (Funky Junction Spanish Vocal Mix)
2   Canta Conmigo - (Funky Junction Spanish Dub mix)
3   Canta Conmigo - (Nickodemus Afrohouse mix)
4   Canta Conmigo - (Nickodemus Afrohouse instrumental)
5   Canta Conmigo - (Onionz Swirv mix)
6   Canta Conmigo - (Gaea mix)
7   Canta Conmigo - (Funky Junction Spanish Radio mix)
8   Canta Conmigo - (Nickodemus Dub Funk mix)
9   Canta Conmigo - (Original mix)
10   Funky Junction
11   Funky Junction

THE DOORS
Live In Pittsburgh 1970
Rhino – imp.
Como o Doors fez muito sucesso depois da morte de Jim Morrison, e sem mais material inédito para lançar, abundam por aí vários disco ao vivo. Praticamente, quase todos os poucos shows que a banda conseguiu realizar até o seu final, já tiveram discos póstumos lançados. Este aqui, Jim estava literalmente indo ladeira abaixo, em um processo auto-destrutivo que o levaria a morte, em 3 de julho de 1971 (não muito distante da data deste show, portanto). E esse ao vivo era da turnê dos shows que ficariam celebrados no álbum Absolutely Live. Para quem não conhece esse ao vivo da banda, ele é composto pelos melhores momentos, dos melhores pedaços das músicas, das diversas apresentações dos shows dessa turnê, editados pelo engenheiro de som Paul Rothchild. Sim, pois aqui se trata de um disco inteiro sendo quase que um grande medley ou ainda um bom Pout Pourri. Aí jogaram pela galera, mas esse tal de Paul teve um baita trabalho, pois era impossível juntar uma música ao vivo dos Doors que seja inteira boa, na íntegra de fato. Ou Morrison estava bem louco (sempre) e esquecia alguma letra ou desafinava (quase sempre) ou nas longas jams e improvisações, os demais integrantes de desentrosavam. Apesar disso, a lisergia e a sujeira estão aqui em estado duro e bruto. Assim, uma música que você ouça, o seu começo poderia ser de alguma apresentação em Detroit, o seu solo e refrão na Califórnia e seu final em Nova Iorque! Reza a lenda que foram necessárias mais de 2.000 edições para compor o álbum! Não duvido! Só para fãs mesmo, da banda ou de artistas mortos. Sim, tem gente que só curte bandas de gente que morreu. Tem gente que só curte Janis Joplin, Jimmi Hendrix, The Doors, passou a curtir Queen depois da morte de Freddy Mercury, passou a curtir Legião Urbana depois da morte de Renato Russo, passou a curtir Ramones agora há pouco, por descobrir que quase todos morreram (os principais pelo menos). De Grunge, só curtem Nirvana, e anos atrás, Alice In Chains (por que será?) e de MPB, Cássia Eller. Mas quando todos estavam vivos, muitos dos que gostam hoje, tinha ojeriza. LT – 7,5

Track list:
1   Back Door Man
2   Love Hides
3   Five To One
4   Roadhouse Blues
5   Mystery Train
6   Away In India
7   Crossroads Blues
8   Universal Mind
9   Someday Soon
10   When The Music's Over
11   Break On Through
12   Push Push
13   Soft Parade Vamp, The
14   Tonight You're In For A Special Treat
15   Close To You
16   Light My Fire

JERSEY BOYS
Original Broadway Cast
Rhino – imp.
Ainda que se insere perfeitamente na categoria "jukebox musical", os Jersey Boys tentar integrar suas músicas em um plotline artificial. O show conta a história do início dos anos 1960, musical e os números tendem a ser introduzida no contexto, ou o quarteto realiza um show. Expondo a rica história e reviver os sons da fenomenal atemporal Frankie Vallie & The 4 Seasons, o novo musical da Broadway, Jersey Boys, respostas-o musical e a filosófica pergunta: "Como é que teria de ser sábio quatro rapazes de Newark, NJ, tornar-se um dos os maiores êxitos no chart-topping da história da música pop?". Os Jersey Boys celebram os lendários Rock Roll Hall of Famers Frankie Valli, Bob Gaudio, Tommy DeVito e Nick Massi que, tal como os 4 temporadas, escreveu as suas próprias canções, inventou sua própria identidade, e vendeu 175 milhões no mundo inteiro, com todos os registros antes de terem 30 anos. O Teatro August Wilson foi preenchido com com os homens e as mulheres de uma certa idade que foram definitivamente da geração de Frankie Valli. Sentou calmamente no seu conservador vestido e falou calmamente com as luzes da casa desativadas. O mercado norte-americano é tão grande e rico que eles até registram em CD as trilhas-sonoras de quase todos os musicais da Broadway ou de qualquer outra região e casa de espetáculo. LT – 8,0

Track listTrack list:
1   Ces Soirees La' - Original Cast
2   The Early Years Scrapbook: Silhouettes / You're The Apple Of My Eye / Apple Of My Eye / I Can't Give You Anything But Love / Earth Angel / A Sunday Kind Of Love / My Mother's Eyes / Short Shorts / Moody's Mood - Original Cast
3   Cry For Me - Original Cast
4   Backup Sessions: An Angel Cried / I Still Care / Trance - Original Cast
5   Sherry - Original Cast
6   Big Girls Don't Cry - Original Cast
7   Walk Like A Man - Original Cast
8   December, 1963 (Oh What A Night) - Original Cast
9   My Boyfriend's Back - Original Cast
10   My Eyes Adored You - Original Cast
11   Dawn (Go Away) - Original Cast
12   Big Man In Town - Original Cast
13   Dialogue: A Little Trouble - Original Cast
14   Beggin' - Original Cast
15   Dialogue: See How You Handle It - Original Cast
16   Stay / Let's Hang On / Opus 17 (Don't Worry 'Bout Me) / Bye, Bye, Baby - Original Cast
17   C'Mon Marianne - Original Cast
18   Can't Take My Eyes Off You - Original Cast
19   Working My Way Back To You - Original Cast
20   Fallen Angel - Original Cast
21   Rag Doll - Original Cast
22   Who Loves You - Original Cast

JEX THOTH
Jex Thoth
I Hate Records – imp.
Esta banda norte-americana liderada pela homônima Jex Thoth, resolve morrer e renascer no meio de uma cerimônia bizarra qualquer. Dados a conhecer com o nome de Totem, renascem agora mais virados para o papel principal da sua vocalista, que diga-se de passagem, é a verdadeira chama e alma desta fórmula quase alquimista. Sonoridade totalmente retro e coberta de misticismo no qual a parte instrumental tem sempre uma palavra a dizer e se mistura com a aura cerimonial da Jex criando autênticos momentos que tanto mostram psicodelismo musical como autênticas viagens feitas sob o efeito de substancias alucinógenas. Seria ela uma Amy Winehouse mais Underground e mais espontânea? Fala sério, cada escândalo da Amy Winehouse é matematicamente calculado para chamar a atenção. Sua música é boa, mas se não fossem tantos escândalos, não teria tanta gente falando dela. Voltando a Jex Thoth, musicalmente é algo entre os grandes nomes do Retro-Doom misturado cenas tipo Hagalaz Runedance, e na minha opinião, é talvez a melhor idéia para vos mostrar o que se ouve neste álbum homônimo. Destaque também dentro da parte instrumental para o uso do famoso orgão Hammond que cria autênticas passagens setentistas e que acaba por tornar o som ainda mais interessante, datado, mas retro com classe. Destaques para os temas Stone Evil que finaliza o álbum, brilhante momento musical desta jovem banda e no qual todas as características e influências vêem de cima e para o The Banishment que se torna numa música de contornos quase mágicos. O mesmo se aplica à alucinante Obsidian Night. LT - 8,0

Track list:
1. NOTHING LEFT TO DIE
2. THE BANISHMENT
3. OBSIDIAN NIGHT
4. SEPERATED AT BIRTH
5. SON OF YULE
6. WARRIOR WOMAN
7. EQUINOX SUITE
A) THE POISON PIT
B) THAWING MAGUS
C) INVOCATION PT.1
D) THE DAMNED AND DIVINE
8. WHEN THE RAVEN CALLS
9. STONE EVIL

SUBROSA
Strega
I Hate Records – imp.
Há pessoas que pensam que o Rock não deve ser apenas diversão, que o mesmo deverá ser significativo e sublime, muito além de mero entretenimento. Acima de tudo é Arte mesmo, com um A maiúsculo. Este tipo de pessoas que provavelmente irá saltar de suas cadeiras na audiência da banda de nome Subrosa e CD Strega. A palavra strega é reivindicada a antiguidade do italiano e está a ser dito para significar 'bruxa', pelo menos de acordo com um popular escritor de livros sobre Wicca e assuntos relacionados e ele provavelmente sabe. Por isso muito se fala em magia “strigoi” e a palavra Strega, ainda, é nome de famosa e tradicional bebida local. É fácil a tentação de dar a este título um ajuste quando você receber um CD de uma banda feminina, que usa palavras como "magick" (com k, remetendo a bruxaria, satanismo e que foi propagado por Crowley) e "cauldron". As quatro senhoras de Utah tornar uma forma situada algures entre Nebula e L7. O Stoner se reúne com o grunge em outras palavras. Música gordurosa, com simplismo dissonante, setentismo com muita sujeira, algo Punk, mas acessível acima de tudo. Boa pedida tanto para fãs de Stoner, como Grunge, Guitar, Indie e tudo o mais que rola nas pistas de casas noturnas, a fazer a festa dos DJ’s. LT – 8,0

Track list:
1. SUGAR CREEK
2. CRUCIBLE
3. CHRISTINE
4. STREGA
5. ISAAC
6. BLACK JOAN
7. THE HOURS I KEEP
8. GO DOWN MOSES
9. HOW TO NEGLECT YOUR HEART
10. SELF-RULE
11. CRADLES

SINWELL
True Sense
Point Music – imp.
Sinwell é alemão, uma banda de Rock formada em 2000 e terminou as gravações de seu debut só em 2006, mas tiveram de esperar por um lançamento em janeiro deste ano apenas. A voz do cantor Joschi Hensel lembra um pouco a de Ian Astbury do The Cult, mas não no disco todo. Outros momentos soa como uma banda de Power Metal. O som pode ser descrito como uma mistura entre Monster Magnet e Tool ou qualquer outra coisa que o valha. Nós estamos falando do 70's Hard Rock baseado em algumas tendências Heavy Metal, a música é bastante melódica, mas os coros não são suficientemente fortes para levantar o álbum. Uma palavra que resume a banda nestes 7 longos anos para estréia: esforço. RS – 6,0

Track list:
01. Nowhere Man (4:29)
02. Old Love (3:52)
03. True Sense (4:28)
04. Say What (3:52)
05. Change my World (5:12)
06. Shot in the Middle (3:38)
07. Time of Revival (3:56)
08. Sleepwalker (4:55)
09. Where Your Heart Belongs (4:06)
10. Pretender (4:21)
11. See The Light (4:54)
12. Dead End (4:44)
info@tommyresch.de

ADORA-DIANA
Adora-diana
Stagefight Records – imp.
Este o disco, debut desta cantora que está debutando. A cantora estaria mais para uma Avril Lavigne do que para uma Siouxsie Sioux, fazendo Pop Rock pesadinho, metido a psicodélico e achando que isso aqui é peso. Muito fraquinho. Me enganei pela capa, pela estética, pela sua propaganda e pelas suas resenhas em outros veículos europeus. Mas não se engane você e fuja! Run To The Hills! PR

Track list:
01. The Darkness
02. Going Mad
03. In A Cage
04. About Your Friendship
05. Missing You
06. Crazy World
07. Decisions
08. I Don’t Want This
09. In Spite Of
10. Hatesong
11. My Sweet Angel
12. The Voice Inside Of You
Bonus Tracks
13. Über die Vergeblichkeit des Friedens
14. Gesundheit
15. Going Mad (Video)

COME SLEEP
The Burden Of Ballast
Version Studio – imp.
Banda psicodélica, que quer soar sombria e quase Gótica. Alternando momentos pesados e raivosos e com outros mais sublimes e murmurantes, eles se intitulam como Zen Doom... Bem, heresia né? Porque, por mais lento que seja um Doom, de longe é zen, pelo contrário. O Doom é o silêncio caótico ou o caos em calmaria. Mesmo assim a banda produz sons interessantes e me irrita muito o fato do disco ter apenas nove faixas. Melodias hipnóticas, submersas, melancólico e o baixo executa ondas sonoras como verdadeiros mantras. Como diz o release, temos 32 minutos de meditação. 32 minutos de muita repetição, minimalismo e passagens monocórdicas, quase soporíferas. PR – 7,0

Track list:
01. Be the End
02. To Unveil the Sky
03. Storm Awaits
04. For Sleep
05. Crave Change
06. Never Conquered
07. To This Day; Not a Sound
08. His Beast is Done
09. By the Unknown

A SWARM OF THE SUN
The King Of Everything
Version Studio – imp.
A Swarm Of The Sun oferece comThe King Of Everything um EP bem Dark e sombrio. Sutil, poderoso, assustador e emocional, a banda quase que soa Emo, ou esses Goths de hoje que são quase Emo, filhotes do H.I.M. A banda sueca soa mais finlandesa do que nunca e este EP, como quase todo nos dá uma dúvida: fizeram um EP para divulgar o que? Ou fizeram um EP porque tinha poucas faixas de qualidade, não o suficiente para um full? A música contida em The King Of Everything é legal, nessa linha que abordamos, e apesar de bem feita, hoje tem milhares de bandas fazendo o mesmo e com a mesma competência. Como diferenciar? Um caminho é a bela embalagem em digipack. PR – 7,0

Track list:
01 - Refuge (4:27)
02 - King of Everything (4:45)
03 - A Mind But Not a Mouth (2:27)
04 - The Grip (4:16)
05 - An Animal in the Shape of God (1:29)
06 - I Fear the End (6:21)

ICECOCOON
The Sindividual (s)
Oweanian Records – imp.
A banda começou em 99, com o dono do negócio, Owen Gillett, que é vocalista, guitarista, tecladista, líder, frontman e letrista. Ele nunca vai precisar de projeto solo. Depois de tantas demos, debuta com The Sindividual (s). A banda vem de Adelaide, Austrália (não tem como falar o nome da cidade e não lembrar de: Adelaide, minha anã paraguaia. Que tosco). A banda debuta em sua terceira reencarnação, e na segunda turnê, completando com Elena Maslarov (guitar) e Emily Wood (keyboards/samples). Eles fazem um Rock frio, e as vezes morno, sendo que eles têm tido boa entrada no meio gótico mundial, embora estejam mais para Rock “muderninho”. Para um debut está bom, mas para uma banda querer uma carreira além disso, precisam definir melhor sua música. Outra coisa. O que tem de Dark em “côco gelado”? PR
icecocoon@adam.com.au

 

EIREPIA
Ereipia
Independente – imp.  
Esta auto-intitulado álbum de estréia do Ereipia começa com uma faixa instrumental clássica, com um final estrondoso. Logo que os vocais de Andy's entram na segunda faixa, vemos que estamos diante de um bom vocalista e um disco interessante de se ouvir. No meio, temos partes faladas, narradas, como um “storyteller”. As letras falam sobre a dor física resultante de sentimentos e a vontade de aceitar que mais de uma tentativa de mudar estes sentimentos. Todo o álbum tem uma atmosfera similar bem Dark e deprimente. The themes of the songs fit the sound of the songs.Temas de Progressivo assim como parte de seu instrumental. O término, prólogo, outro, epílogo ou chame como quiser, é outro tema instrumental clássico.
RS – 7,0

GUðRIð HANSDÓTTIR
Love Is Dead
Tutl – imp.
Olha, não sei o que é mais difícil, se é escrever estas letras locais, ler o nome da cantora ou ainda classificar a sua música, que você pode ter certeza, de Rock não tem quase nada. Apesar dos apelos mais Pop, ela tem uma queda pelo Folk, embora ainda que bem característico de sua terra, ou seja, uma coisa bem regional. Mas a Rock Underground também é cultura, entrando na World Music. Ela vem das Ilhas Faroe, que para quem não sabe, é um arquipélago formado por 18 pequenas ilhas no meio do Atlântico Norte, que tem alguma proximidade com a Escandinávia. Para os três últimos anos, ela tem sido realizar turnês pelo todo das Ilhas Faroe, na Dinamarca e Islândia como um artista solo e com sua banda. Sua música é mistura de pop, rock e música popular, e é inspirada em Cardigans, Kent, The Carpenters, Kate Bush e Jeff Buckley. Guðrið lançou seu debut álbum Love for Dead, em Setembro de 2007 e que foi bem recebido pelos críticos. O álbum foi gravado em uma velha casa de madeira em Velbastað, uma pequena aldeia nas Ilhas Faroé. A atmosfera pacífica e da magnífica natureza em Velbastað estão reflectidos na música, como o inspirador arredores foram utilizadas no processo criativo. Guðrið's são canções principalmente sobre relacionamentos, quebrado coração, o destino e a vida em ilhas isoladas. Guðrið se vale também, musicalmente, até pelo lugar onde vive e onde compôs o disco, de elementos Folk e de várias influências e inspirações na natureza. Vale conferir. ADL – 7,0
guri97d@hotmail.com
www.myspace.com/gudridhansdottir

CHEOPE
Downloadideas
Alkemist Fanatix – imp.
A capa mostra que deve ser uma banda de EBM, Electro Dark, Techno, Techno Pop, Synth Pop, Future Pop e demais rótulos. Mas nada a ver. A banda soa moderno, Rock, com alguns elementos eletrônicos, mas de longe soa Dark ou sombria. De longe soa anos 80, de longe soa pesada (apesar de alguns Riffs e levadas meio Metal, meio HC, meio Rage Against The Machine as vezes). Meio esquizofrênica, meio psicótica à Korn, sem ser no entanto sem ser New Metal (galerinha, sinto te dar uma notícia, mas Korn é New Metal sim! Eles foram um dos precursores deste estilo modista e falido). Esquisito é a palavra que melhor define Downloadideas, que apesar do título interessante, eles não conseguiram fazer download de nenhuma boa idéia para fazer alguém querer comprar esse disco, a não ser seus próprios amigos. LT – 7,0

CRASH KELLY
Electric Satisfaction
Bhurr Records – imp.
A banda faz Rock’n Roll puro e típico de bandas que são lideradas por um guitarrista e vocalista. Apesar de Electric Satisfaction ser album solo de Crash Kelly, a qualidade parece de uma banda de verdade mesmo. Algo de Ted Nugent e algo de Neil Young, mas o cara acaba na faixa de abertura, Hang Out Where You Matter chupando o Kiss, com um refrão idêntico no cantar e nas métricas à Detroit Rock City! Em Ride The Wire, ele vem com uns pandeiros à anos 70, com um ar mais hippie. Turn It Around já vem com um ar meio 90 querendo rememorar os anos 70. a primeira metade do CD (ou o lado 1 se fosse um vinil) até que é legal, depois no ”lado 2” a coisa degringola feio. Aí, ele quer posar de Dinossaur Jr., mas não emplaca. Destaques para todas as faixas até a 6. Até é legal uma coisa chupada, mas bem feita, mas depois perde a graça e fica cansativo. Se Electric Satisfaction fosse um EP tava bom demais. LT – 7,0

BEEHOOVER
The Sun Behind The Dustbin
Independente – imp.
Olha, não gostei muito disso. Yellow Mile abre o CD meio Funkeado tipo Red Hot Chilli Peppers (você jura e aposta tudo o que tem no bolso que é o Flea no baixo aqui). Depois disso, muda de direção e essa música soa deslocada de tudo o que vem depois. E o que vem depois, vem em menor qualidade ainda. A capa meio natalina não ajuda, e as demais faixas, embora eles queiram insistir que são Metal, mas não o são. Meio Rock Alternativo, mal tocado, mal cantado e mal produzido. LT
booking@beehoover.com

ONE NINE HUNDRED
O9h
Bhurr Records – imp.
A banda vem com um Rock moderno, meio Emo, meio Alternativo, metido a garageiro e chato, muito chato. A banda é canadense e quer ter a ver com o século 19, só se for com a miséria e exploração do início da Revolução Industrial. Também tem algo de Poppy Punk à lá Green Day, Offspring e Blink 182 (que foi quem fez a ponte do Poppy Punk comportado para o Emo chorão). Sinceramente, a gravadora tem bandas e discos melhores. E to de saco cheio de ver capa com avião de guerra, que saco! LT – 4,0

TANGAROA
Day
Anticulture – imp.
Frouxo ajustado tipo do Diabo Tasmanian em uma loja da música para um par das horas (com a permissão do proprietário naturalmente) e da probabilidade é que você não terminará acima com demasiado o mais selvagem do que esta coleção de Tangaroa. Primeiramente fora, a faixa é nomeada depois que um deus Polynesian do sexo - assim você sabe que há pelo menos um headcase entortado na dobra – segundo eles usam o híbrido das palavras, experimental e progressista do para descrever a melodia que constitui seu som. Aprovado, aprovado, assim apenas uma outra faixa que isso soa ligeiramente diferente a todos mais? No. - escutar este quinteto é como injetar uma doença mental em seu olho. To fora. PR

GALORE
Amplifier
Bhurr Records – imp.
O som da banda, meio Hard, mas meio Alternativo, meio Garage, meio Brit Pop. O voz de Barry Walsh lembra descaradamente a de Damon Alburn do Blur. A sua música, também lembra Blur e os momentos mais comerciais das Manchester’s e Brit Pop’s bands dos anos 80 e 90, principalmente em Teen Rebellion Machine. Com The Amanda Effect, a banda vem meio à The Darkness, banda também inglesa, metida a Teenage Fanclube.  Nada mais que isso. Banda fraquinha. LT

KNUCKLEBONE OSCAR
Back From The Jungle
Independent – imp.
Knucklebone Oscar é mostra melhor mantida da Scandinavia secreta. Parcialmente o ser humano, o meio macaco e granizar de Helsinke Finlandia, música de Oscar são descritos melhor como Adicion-azuis electrifying, Com um dose saudável do sabor do Rock garagem e da energia do Punk, a música do Knucklebone Oscar e o estilo executando selvagem evoca imagens da bagagem do mandril na velocidade ou talvez do irmão pequeno macaco pequeno de Richard do meio na guitarra. Oscar e seu quartet osão determinados trazer-lhe o retroced-burro esgotando mostra viva de sua vida com pyrotechnics moendo sua guitarra, movimentos hyper-active, mystique do voodoo do lixo, maravilhas mascaradas, specialities da selva, machados, os megaphones lamentando e os freaks da natureza. Ele carga do caminhão do `S.A. de Ju-Ju mau e de uma sobrecarga do mojo! Que resenha esta chique. Você a entendeu? Nem eu. O cara é um misto de Ted Nugent, Neil Young e o professor da Escola de Rock. PR – 6,0

THREE
The End Is Begun
Metal Blade – imp.
O nome da banda é estranho, pois é o número 3. Muito têm se falado deles ultimamente, e quando coloquei The End Is Begun para ouvir, me surpreendi. Afinal, apesar do nome da banda, disco, capa e da gravadora remeterem ao Metalcore, nada disso! Eles fazem um Rock meio sem graça, normal e comum, típico de FM. Tem uns urrinhos aqui, outros riffs mais pesados ali, realmente o disco é denso e melancólico, não é alegre. Mas o Grunge também não era alegre e é nessa direção que o Three caminha. A formação desta banda estranha é Joey Eppard (Vocals/Guitar), Gartdrumm (Drums/Vocals), Billy Riker (Guitars/Effects), Joe Stote (Percussion/Keyboards) e Daniel Grimsland (Bass). The End Is Begun foi produzido por Jerry Marotta (Peter Gabriel, Elvis Costello) e excursionaram com o Porcupine Tree, banda de maior inspiração. Então, daí você tira uma base do som da banda. Enfim, ouça e comprove se você vai aprovar The End Is Begun ou não. LT – 7,5



POETS OF THE FALL
Carnival Of Rust
Signs Of Life
Independente – imp.
Boa banda de Rock normal. Isso, Pop Rock, FM Rock, Melodic Rock, Alternativo, ou só Rock. Não sai da moita nem chove, não fede nem cheira. Achei a banda fraquinha, seja lá qual a idéia e mente musical que eles queiram ter seguido aqui. Fica com o track list de cada álbum e boa sorte! LT

Carnival Of Rust
1. Fire
2. Sorry Go 'Round
3. Carnival of Rust
4. Locking Up the Sun
5. Gravity
6. King of Fools
7. Roses
8. Desire
9. All the Way / 4U
10. Delicious
11. Maybe Tomorrow Is a Better Day (Remastered)
12. Dawn

Signs Of Life
1. Lift
2. Overboard
3. Late Goodbye
4. Don't Mess With Me
5. 3 AM
6. Stay
7. Seek You Out
8. Shallow
9. Everything Fades
10. Someone Special
11. Illusion & Dream
12. Sleep
www.samagency.fi

DEEPFIELD
Archetypes And Repetition
Kayos – imp.
Boa banda que executa sei lá o que. Só sabemos que é Rock e tem algo de Metal. Eles mesclam Metal, Hard Rock, Punk Rock, Emo, Hardcore e Rock pesado. Nas baladas Warpride e Fall Apart, a banda sofre a síndrome de Rock norte-americano dos anos 90, estrofes meio choradas, depois entra guitarra pesada, refrão melódico e pegajoso, depois volta a choradeira na calmaria, depois guitarras pesadas e refrão já falado. Que fez isso à exaustão foram Bush e Nickelbeck, e realmente, o mundo não precisa de outras bandas iguais a estas (mas não precisa mesmo!). Já 44 Teeth e Get It, que abrem o disco, lembram o Backyard Babies e Brides Of Destruction, e são legais, mais depois delas, um festival de baladas (já citada) e músicas derivativas na seqüência. Sem mais para o momento. RS – 7,0

OVEROCK
Warp It
Alkemist Fanatix – imp.
Rock psicodélico meio tarantélico (ou tarantálico, ou Metarantela, pois tem nuances de Metal). O vocal é quase igual ao de Robert Smith (The Cure) e a música tenta soar um The Cure moderno, sem o mesmo brilho. A fase que eles encanaram do The Cure é a do Wish. The Thin Shape Of A Dawn é isso aí, enquanto Acid Behaviour tem um começo que lembra a fase oitentista do Cure, Domp, é a mais The Cure de todas. Mesmo com tanta influência, eles não são quase nada Góticos, muito menos Dark. Eles misturam com passagens que lembram dedilhados “frios” à Echo & The Bunnymen, passando pela Modernice do New Metal ou Aggro Rock, e até algo Emo (cional). Depois disso, o disco dá uma caída (por que sempre é assim?), não agradando nem os Dark’s nem os New’s. Enfim, a sua primeira metade salva o disco, pois é muito boa! LT – 7,

DISOWNED
Emotionally Involved
Alkemist Fanatix – imp.
Meio Emo Goth, meio HC, meio New Metal. Barulho, Noise, enfim, tudo o que a molecada de hoje gosta: peso, distorção, afinação grave, solos e bases minimalistas, bateria tribal, baixo em evidência (as vezes demais), com muito Groove (não é o que faltou na pista do Aeroporto de Congonhas quando chove – lá é grooving), passagens pula-pula, algo meia hip-hopeado, e passagens que lembram muito Deftones também (o vocal lembra bastante o de Chino Moreno). A banda soa muito norte-americana, e deve conquistar o mercado de lá e a parte da Europa que cultua isso. Destaques para Everything Ends, Mr. Moods, Hard 2.5.3, Cruel, Enigma e etc. Bom disco para fãs do estilo! LT – 7,5

ANARCOTICI
Iride
Alkemist Fanatix – imp.
Esse disco é uma Anarquia Sonora, sem implicar em sua ideologia, claro. Um caos sonoro, vocais femininos esganiçados ao melhor estilo TPM. Alguém aí lembra dessa banda de Riot Girrrl, que tocava no Alternative na época da Penha, abrindo para o Dominatrix, que tinha uma baixinha que tinha um vocal que irritava? Se você lembra, aqui você tem uma referência. Se não lembra, melhor ainda, assim, não vai fazer idéia do que se trata! Claro, há um público que vai curtir isso aqui, desde o público garageiro até os garimpeiros musicais, (e não gari musical que nem o Flávio da Silva Santiago se auto-intitula – quando ele disse que era gari musical, lhe respondi: “então você assume que só gosta de lixo?”). Bem, adendos à parte, é isso, mais nada a comentar. LT – 7,0

ILID
The Shadow Over Arkhan
Alkemist Fanatix – imp.
Voz suave, e a música ajuda! Bom Rock, meio Alternativo, meio Pop, meio Garage, músicas bem feitas e trabalhadas! Sempre quando ouvimos um vocal feminino, temos a mania de dar alguma referência, citando alguma banda ou cantora que seja ícone em algum estilo, ou geração. Mas aqui não é o caso, pois ela, apesar de ter e mostrar muitas influências, não há nenhuma em específico, o único pecado fica por conta de ser um MCD com apenas quatro faixas que são água na boca para esperar por um full lenght. São elas Envenomation, Sacred, The Grief e Encore.
LT – 9,0

ART OF DYING
Art Of Dying
Revolver – imp.
Há tantas grandes bandas no Canadá agora bombeamento fora Rock, e se você está mantendo uma lista, melhor você adicionar Arte de Dying. Hailing from Vancouver, these guys will be big.Ele são de Vancouver, esses rapazes serão grandes. Did I say big? Eles se dizem Rock  / alternativo / grunge. OK, if that's what they see in themselves I'll buy it.Mas eu diria que eles têm uma música particular, que sim, relembra algo de Nirvana, Nickelbeck e Bush, mas com muito de Punk e Metal. Este debut auto-intitulado vai colocá-los no patamar acima de muitas bandas atuais. Liricamente, sai do lugar comum das bandas atuais, o vocal de Jonny Hetherington chega ser uma surpresa: forte, potente, mas emocional e interpretativo. Nas guitarras, estão os inspirados e competentes Greg Bradley e Niz. Completam a cozinha os talentosos Matt Rhode no baixo e Flavio Cirillo na bateria. Destaques musicais para Get Through This, I Will Be There, The Fits Of Clarity, Completely, Build A Wall e Alone. O potencial é enorme, faltando ainda um pouco mais de punch e originalidade. Mas a música é muito boa, melhor do que tem rolado nas rádios e MTV’s da vida! LT – 7,5

ROZZY RANDALL And The Roller Bastards
First Blood
Myy Promotion – imp.
Boa banda de Rock’n Roll, meio Hard Rock (tanto dos anos 70 como 80, mas sem a parte farofada). Too Many Stones lembra Great White, enquanto Dow In Hell tem uma puta guitarra legal, lembrando Motörhead, One Man Against The World tem aquele lado Backyard Babies. Já Rebel Shoes te dá um deja-vu danado de Great White, L.A. Guns, com guitarras meio Rolling Stones e Forgotten Boys. Que música! Somebody lembra os bons momentos do The Cult da fase Electric, só que com vocais altos que lembram o Danzig. Ou seja, a banda tem originalidade zero, com 500 influências e não escondem isso de ninguém, mas cara, as músicas são legais e funcionam, e isso é o que você quer ouvir, ou não, porra! O lado AC/DC na guitarra base de Malcom Young (não do Angus) aparece em I’m The Evil, com vocais e levadas à The Darkness. O começo de Do It For Love remete à Mother do Danzig, para depois descaradamente virem as bases de guitarra de Rolling Stones em Jumpin’ Jack Flash (só não digo que deveria ser processados, pois a música é legal pra cacete) e por aí vai. Rock’n roll de verdade, sem ser modorrento nem requentado! JCB – 9,0

L-60
Feel Nothing
Myy Promotion – imp.
Sabe aquele Rockinho metidinho a pesado e metidinho a despretensioso do estilo do Bush e Nickelback? Então, esse L-60 é assim. O nome da banda não ajuda e a capa mais parece de Black ou Rap do que qualquer coisa ligado ao Rock. Há alguns bons momentos como Into The Dark e em In The Air, com riffs mais setentistas. Mas depois entram os vocais chorados, estilo emocionais, tipo balada de marmanjo que ta ficando adulto. Não adianta, europeu querer dar uma de americano. E outra, com tanto avião caindo no Brasil, os caras põe causa de avião na contra-capa, letras falando do ar, e tal. Sai fora! Tremble tem um swingue setentista à Glenn Hughes e Promise tem uma guitarrinha mais Dark e Cold Wave/Rock. Someone Else vem com pegada mais vintage nos riffs, mas entra a voz e o refrão e tome Rock americano dos anos 90 pra baixar o nível. LT – 6,5

WHITE FLAME
Kill The Radio (single)
Myy Promotion – imp.
A banda chega meio revoltadinha, meio pesadinha, com estilo mais distorcido, vocais gritados e esganiçados, tentando serem Rock’n Roll setentistas, ainda que menos do que os King Lion’s da vida. Assim é a faixa-título, onde querem matar a Radio (mas vão tocar aonde? Revolta por revoltar-se contra nada? Ou é o típico cúmulo da revolta? Morar sozinho e fugir de casa?). Já em Your Joint Tonight, algo de Stoner valvulado vêem à tona, com progressões à Led Zeppelin e barulheira ao fundo, com cama e influência de Stooges (pouca) e Blue Cheer (alguma) com guitarras Hard Rock 80’s, estilo Slash (Gun’s Roses) e refrão L.A. Guns. LT – 7,0

THE HULIGANS
Walking Disaster (single)
Myy Promotion – imp.
Single desta boa banda meio Guitar, meio Indie, meio estilo inglês, meio desta nova safra de bandas que começam com “The” (The Strokes, The Hellacopters, The White Stripes, The Hives, etc.), mas ainda sim, o The Huligans (e não os briguentos ingleses e alemães, os “hooligans”) tem uma sonoridade própria, sendo mais pesados na faixa Radical, mais sujos, Indie, Noise e Garage, e em alguns momentos chegam a lembrar a guitarra de Will Sergeant (Echo & The Bunnymen) e na Walking Disaster um acento mais Pop, mais acessível, para tocar nas rádios e MTV’s da vida. Mais um bom nome para o público alternativo. Destaque por esse single ser em embalagem digipack, e não promo, nem slim, nem CD tradicional! LT – 7,0


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