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DEAD TO THIS WORLD |
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ULTIMATUM |
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DELIVERANCE Track list: |
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WARMACHINE The Beginning Of The End Nightmare – imp. Banda canadense de Power Thrash Metal, produzido por David Ellefson (Megadeth). Temos aqui um Thrash moderno sim, mas que remete aos anos 80 de bandas como Coroner, onde não sabíamos mais o que era um Heavy mais pesado, se era Thrash mesmo ou Power Metal de tão densos pesados e agressivos (lembre-se que, nos anos 80, a conotação para Power Metal era totalmente diferente a dada nos anos 90, onde por exemplo, consideravam Stratovarius como Power Metal). Sem novidades também, apenas um bom disco do estilo, indicado para fãs de Eidolon e Nevermore. RC – 7,0 Track list: Betrayedb Empty Beginning Of The End Safe Haven Fate Eternally Forgotten Demise Taunted Souls Eye For An Eye Dust To Dust Apocalypse |
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MOSHQUITO Track list: |
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FREEVIL |
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V/A Track list: |
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VIRGIN SIN Track list: |
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EVOLUTION |
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DESTRUCTOR Track list: |
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S.O.D. Track list: |
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MELIAH RAGE Track list: |
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MELIAH RAGE Track list: |
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UREAS Track list: |
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THE SCOURGER |
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INNERSELF |
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DEMIRICOUS |
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ZWARTKETTERIJ |
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PROFANE OMEN |
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NEURASTHENIA |
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ERA VULGARIS |
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THE MACHETE |
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EVILE |
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THE BLACK DAHLIA MURDER |
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METHEDRAS |
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SHADOW DEMON |
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AS I LAY DYING |
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ST. MADNESS Vampires In The Church Independente – imp. Bandaça de Thrash Metal cheio de elementos de terror! Aliás, a banda só lançou discos independentes até hoje, incrível, talvez por opção, pois qualidade não lhe falta. Isso ajuda a dar a ela um status ainda mais cult, mais underground, parece esse o intento, pois o som do St. Madness é para poucos! Eles tocam pintados, mas sem os corpse paints do Black Metal, é uma pintura diferente. Suas apresentações são teatrais e sua música... ah, sua música! É Thrash norte-americano sim (neste estilo, os EUA dominam!), mas com diferencial. As letras são de terror, assim como toda a temática da banda em si. Afinal, disco de Thrash com a palavra vampiro no título só com eles mesmos! Apesar de americano, eles soam meio melancólicos em alguns momentos, mesmo no meio da porradaria e do banguin’. Faixas gostosas, cheia de groove e swingue, mas nada de modernoso, nem alterna, nem pula-pula, como a carro-chefe que abre o disco são provas disso. Arizona é mais lenta e arrastada, mas Thrash total, enquanto Covered In Blood Again é um Blues! Melhor do que Country ou o nefasto Southern (ô coisa chata e sem graça que é qualquer coisa Southern)! Carl The Clown é pesada, para balançar sua cabeça, com riffs mortais e solos distorcidos e estonteantes! Já Head é renovada, revigorada, você sai assoviando sua melodia e solos depois de ouvi-la, depois de repeti-la a exaustão. E um susto: cover para Walk do Pantera! Seria uma homenagem póstuma à morte do seu guitarrista, Dimebag Darrel, assassinado estupidamente há um tempo atrás? Nem precisava dessa cover, pois Vampires In The Church funciona sozinho, mas... Enfim, chega de ficar lendo aí, e vá bater cabeça com este petardo Thrash Metal do novo milênio! JCB – 9,0 mjohnson@amendmentone.com |